Alberto Meneguzzi
nasceu em 1967
Alberto Meneguzzi se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PSB (2016–2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, superior completo, jornalista e redator, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Alberto Meneguzzi declarou R$ 547 mil em bens, em reais de hoje: 7,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2016 e 2024, o total caiu R$ 79,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 7,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.
- Alberto MeneguzziR$ 547 mil
- Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- apartamento e box de garagemR$ 432,4 milApartamento
- Citroen C3 2018/2019R$ 78,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Previdência Privada VGBL Banco do BrasilR$ 20 milOutros fundos
- BanrisulR$ 6.388Caderneta de poupança
- Caixa Econômica FederalR$ 5.030Conta corrente no país
- SicredR$ 4.420Conta corrente no país
- BanrisulR$ 467Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Alberto Meneguzzi declarou ao TSE R$ 67 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 55 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Caxias do Sul (RS) · PSD · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 54,7 mil99,8%
- PessoasR$ 870,2%
- OutrosR$ 400,1%
Para onde foi
- PessoalR$ 22,5 mil44,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 12 mil23,7%
- Material impressoR$ 10,7 mil21,1%
- InternetR$ 5.46810,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Caxias do Sul (RS), 2024
Mediana da disputa: R$ 42,4 por voto. Quem venceu, Hiago Morandi, gastou R$ 7,56 por voto. O voto mais caro custou R$ 103; o mais barato, R$ 7,56.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mauro Pereira MDBR$ 154 mil · 1.494 votosR$ 103
- Andressa PC do BR$ 113 mil · 2.171 votosR$ 52
- Fantinel PLR$ 121 mil · 2.353 votosR$ 51,5
- Claudio Libardi PC do BR$ 128 mil · 2.591 votosR$ 49,6
- Renato Oliveira PC do BR$ 87 mil · 1.992 votosR$ 43,9
- Leticia Sarmento PTR$ 74 mil · 1.718 votosR$ 43
- Cléo Araújo PTR$ 71 mil · 1.681 votosR$ 42,4
- Estela Balardin PTR$ 121 mil · 3.821 votosR$ 31,7
- Rose Frigeri PTR$ 71 mil · 2.329 votosR$ 30,4
- João Uez REPUBLICANOSR$ 174 mil · 6.830 votosR$ 25,5
- Lucas Caregnato PTR$ 82 mil · 4.213 votosR$ 19,4
- Hiago Morandi PLR$ 85 mil · 11.304 votosR$ 7,56
Votos por real
- 2024, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 1.441 votos por R$ 1.000, 17 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 165 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.