Apuração
Vereador · 2020 · MDB

Alberto

Carlos Alberto de Queiroz Moraes · nasceu em 1956

Alberto se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB2012PTB2020MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: MDB (2004–2008), PTB (2012), MDB (2020).

VereadorPartidoMDBPTBMDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, ensino médio, técnico contabilidade, estatística, economia doméstica e administração, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    MDB 15222· centro-direita
    suplente
  2. 2012
    PTB 14123· centro-direita
    suplente235 votos
  3. 2008
    MDB 15111· centro
    suplente167 votos
  4. 2004
    MDB 15111· centro
    eleito328 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Alberto declarou ao TSE R$ 6,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Cardoso Moreira (RJ) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 1.148
36% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.148.
  1. Próprio bolsoR$ 73764,2%
  2. Outros candidatosR$ 41035,8%

Para onde foi

R$ 737
O maior gasto foi com serviços: 96% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 737.
  1. ServiçosR$ 70896%
  2. EscritórioR$ 304%

Quanto custou cada voto: vereador, Cardoso Moreira (RJ), 2020

Mediana da disputa: R$ 86,5 por voto. Quem venceu, Leno Moraes, gastou R$ 5,71 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.150; o mais barato, R$ 5,71.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Andressa Andrade PODER$ 4,6 mil · 4 votosR$ 1.150
  • Andreia Sales PODER$ 4,6 mil · 4 votosR$ 1.150
  • Beatriz Marques PODER$ 4,6 mil · 10 votosR$ 460
  • Roberta Nogueira PSBR$ 7 mil · 17 votosR$ 414
  • Cassiano PODER$ 2,3 mil · 7 votosR$ 334
  • Ubiraci Dymes Hope PODER$ 2,3 mil · 22 votosR$ 106
  • Augusto Lopes PODER$ 2,3 mil · 27 votosR$ 86,5
  • Tiago Monteiro DEMR$ 17 mil · 308 votosR$ 54,2
  • Joao Fernando Do Tingui PODER$ 2,3 mil · 50 votosR$ 46,7
  • Enoque De Mattos DCR$ 3,7 mil · 201 votosR$ 18,2
  • Lilinho Da Oficina MDBR$ 4,1 mil · 375 votosR$ 10,8
  • Leno Moraes PSDR$ 2,6 mil · 461 votosR$ 5,71

Votos por real

  • 2020, vereador: 99 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.