Alaor de Oliveira
Alaor Michels de Oliveira · nasceu em 1959
Alaor de Oliveira se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · Rio Grande do SulMDB 15777· centrosuplente15.981 votos; 111º mais votado de 486 no estado
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio Grande do SulMDB 15777· centrosuplente20.167 votos; 91º mais votado de 461 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Alaor de Oliveira teve 15.981 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 111º lugar entre 486 candidatos.
Recebeu votos em 120 cidades. Caxias do Sul deu 88,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,3%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Alaor de Oliveira declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 563,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Alaor de OliveiraR$ 1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 13 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Caderneta de poupança conta conjunta banrisulR$ 233 milCaderneta de poupança
- Uma casa localizada na rua innsbrukR$ 180,4 milCasa
- Apartamento. localizado na av.julio de castilhosR$ 156 milApartamento
- Apartamento localizado na rua vinte de setembroR$ 115,7 milApartamento
- Uma camioneta ssanyyong rexton placas jcs 0858 ano 2011R$ 113,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caderneta de poupança conta conjunta caixa federalR$ 101,4 milCaderneta de poupança
- Sala comercial localizada na rua garibaldiR$ 53,3 milSala ou conjunto
- Aplicação renda fixa banrisulR$ 46,2 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Um automóvel fusca ano 1986 placas iik 3599R$ 7.311Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma moto honda 350 placas icx 5881 ano 1988R$ 4.874Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Conta corrente banrisulR$ 3.071Conta corrente no país
- Quotas capital social alaor de oliveira prom. LTDAR$ 1.951Quotas ou quinhões de capital
- Conta corrente caixa federalR$ 297Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Alaor de Oliveira declarou ao TSE R$ 303 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 76 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Caxias do Sul (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 14,8 mil72,3%
- PartidoR$ 4.85823,7%
- PessoasR$ 8104%
Para onde foi
- Material impressoR$ 9.49746,4%
- PessoalR$ 4.85823,8%
- TransporteR$ 2.60512,7%
- EventosR$ 1.8739,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 8104%
- ServiçosR$ 8104%
Quanto custou cada voto: vereador, Caxias do Sul (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 27,9 por voto. Quem venceu, Denise Pessôa, gastou R$ 16 por voto. O voto mais caro custou R$ 83,1; o mais barato, R$ 16.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr Aldemir Ancelmo MDBR$ 52 mil · 629 votosR$ 83,1
- Valdecir Silva PSDR$ 46 mil · 782 votosR$ 58,3
- Gustavo Toigo PDTR$ 81 mil · 1.790 votosR$ 45,4
- Marléa PDTR$ 48 mil · 1.063 votosR$ 44,9
- Guila Sebben PPR$ 69 mil · 1.677 votosR$ 41,1
- Jaison Barbosa PDTR$ 48 mil · 1.687 votosR$ 28,6
- Adriano Bressan MDBR$ 55 mil · 1.970 votosR$ 27,9
- Chico Guerra REPUBLICANOSR$ 83 mil · 3.133 votosR$ 26,5
- Henrique Silva PC do BR$ 45 mil · 1.794 votosR$ 25,3
- Elói Frizzo PSBR$ 66 mil · 2.718 votosR$ 24,4
- Adiló PTBR$ 101 mil · 5.481 votosR$ 18,4
- Denise Pessôa PTR$ 53 mil · 3.312 votosR$ 16
Votos por real
- 2016, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 216 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.