Ailton Viriato
José Ailton Viriato de Sousa · nasceu em 1973
Ailton Viriato se candidatou em 4 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Passou por 2 partidos: PSOL (2016–2020), DC (2022), PSOL (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 50 anos, superior completo, agricultor, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, amarela em 2020, branca em 2022. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Ailton Viriato teve 242 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 258º lugar entre 398 candidatos.
Recebeu votos em 26 cidades. Itaporanga deu 47,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Ailton Viriato declarou R$ 127 mil em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 13,3 mil acima da inflação.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2024.
- Ailton ViriatoR$ 127 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.628
- Mediana dos eleitosR$ 40,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- 01 apartamento em Recife-PER$ 55,2 milApartamento
- 01 pequena propriedade rural em Itaporanga-PBR$ 33,1 milOutros bens imóveis rural
- 01 terreno na zona urbana de Itaporanga-PBR$ 27,6 milTerreno
- 01 moto BizR$ 11 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ailton Viriato declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado estadual: R$ 16 mil, 82% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Itaporanga (PB) · PSOL · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Itaporanga (PB), 2024
Mediana da disputa: R$ 4,43 por voto. Quem venceu, Clebinho, gastou R$ 2,55 por voto. O voto mais caro custou R$ 81; o mais barato, R$ 2,55.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Agnatelma PSBR$ 2,2 mil · 27 votosR$ 81
- Naura De Berguim REPUBLICANOSR$ 16 mil · 847 votosR$ 19,4
- Wilka Rodrigues REPUBLICANOSR$ 5,5 mil · 696 votosR$ 7,88
- Irmão Oseias PSBR$ 2,2 mil · 353 votosR$ 6,19
- Bebeto Ricarte PSBR$ 3 mil · 615 votosR$ 4,89
- Hélio Do Bar PSBR$ 4,7 mil · 1.053 votosR$ 4,43
- Josa Brito PSBR$ 2,5 mil · 601 votosR$ 4,18
- Duvan Pereira PSBR$ 3,4 mil · 831 votosR$ 4,13
- Dean Caetano PSBR$ 3 mil · 741 votosR$ 3,99
- Clebinho PSBR$ 2,2 mil · 866 votosR$ 2,55
Votos por real
- 2022, deputado estadual: 15 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.