Apuração
Vereador · 2024 · PRD

Ailton da Banda

Ailton Deiviston da Fonseca Almeida · nasceu em 1963

Ailton da Banda se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2024, e foi eleito em todas.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPRD+0,57← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2020PRTB2024PRD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020 e 2024.

Passou por 2 partidos: PRTB (2020), PRD (2024).

VereadorPartidoPRTBPRD202020222024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 61 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    PRD 25456· direita
    eleito137 votos
  2. 2020
    PRTB 28456· direita
    eleito100 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Ailton da Banda declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 49 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

Em 2024, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 733.000 na declaração)

Declarou 49 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Ailton da BandaR$ 1,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Uma casa em BarbacenaR$ 574,6 mil
    Casa
  2. Um apartamento com loja alugada em Santana do Garambeu em…R$ 172,4 mil
    Casa
  3. Uma apartamento na rua Rua Amario Alves de SouzaR$ 129,3 mil
    Casa
  4. Casa residencial na rua Ary BaumgratzR$ 114,9 mil
    Casa
  5. Uma camionete Strada ¿ 2016R$ 50,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Dinheiro em especieR$ 7.182
    Dinheiro em espécie
  7. Saldo na conta corrente do Banco do BrasilR$ 4.309
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2024, Ailton da Banda declarou ao TSE R$ 332 em receitas, em reais de hoje.

2024 · Vereador · Santana do Garambéu (MG) · PRD · eleito

De onde veio

R$ 332
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2024.

Quanto custou cada voto: vereador, Santana do Garambéu (MG), 2024

Mediana da disputa: R$ 5,90 por voto. Quem venceu, Mauro, gastou R$ 3,63 por voto. O voto mais caro custou R$ 54; o mais barato, R$ 2,99.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.