Apuração
Vice-prefeito · 2016 · PT

Agnaldo Bicalho

Agnaldo Giovani Bicalho · nasceu em 1971

Agnaldo Bicalho se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PT2012PT2014PT2016PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.

Sempre pelo PT.

Dep. estadualVice-prefeitoVereadorPartidoPT2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vice-prefeito · Ipatinga (MG)
    PT 13· centro-esquerda
    chapa não eleita19.875 votos da chapa, 33,9%
  2. 2014
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PT 13713· centro-esquerda
    suplente12.742 votos; 180º mais votado de 1.055 no estado
  3. 2012
    Vereador · Ipatinga (MG)
    PT 13613· centro-esquerda
    eleito2.199 votos
  4. 2008
    Vereador · Ipatinga (MG)
    PT 13613· centro-esquerda
    eleito2.465 votos
  5. 2004
    Vereador · Ipatinga (MG)
    PT 13613· centro-esquerda
    eleito1.779 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Agnaldo Bicalho teve 12.742 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 180º lugar entre 1.055 candidatos.

Recebeu votos em 223 cidades. Ipatinga deu 77,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,9%.

12.742 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 12.742 votos.
  1. Ipatinga (MG)9.864 votos77,4%
  2. Santana do Paraíso (MG)194 votos1,5%
  3. Coronel Fabriciano (MG)142 votos1,1%
  4. Bom Jesus do Galho (MG)126 votos1%
  5. São Pedro dos Ferros (MG)124 votos1%
  6. Outras 208 cidades1.292 votos10,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Agnaldo Bicalho declarou R$ 305,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 253,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 305,8 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 188.229 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 305,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Chacará de n. 28R$ 121,3 mil
    Outros bens imóveis
  2. Capital social da cosmipaR$ 51,4 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  3. Cessão de financiamento do direito do lote 18R$ 47,3 mil
    Outros bens imóveis rural
  4. Cessão de financiamento do direito do lote 01R$ 46,9 mil
    Outros bens imóveis rural
  5. Dinheiro em mãosR$ 17,1 mil
    Dinheiro em espécie
  6. Saldo em cardeneta de poupançaR$ 16,3 mil
    Caderneta de poupança
  7. Saldo em conta corrente do BB agencia 1009-XR$ 4.162
    Conta corrente no país
  8. Titulo de capitalizaçãoR$ 1.500
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  9. Saldo cardeneta de poupança caixa economicaR$ 2
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Agnaldo Bicalho declarou ao TSE R$ 475 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 316 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · Minas Gerais · PT · suplente

De onde veio

R$ 315,8 mil
0% veio de fundos públicos; 25 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 315,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 70,6 mil22,4%
  2. Pessoas25 pessoas, não nomeadasR$ 59,6 mil18,9%

Para onde foi

R$ 315,8 mil
O maior gasto foi com material impresso: 40% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 315,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal18 pessoas, não nomeadasR$ 28,9 mil9,1%
  2. EscritórioR$ 8.7562,8%
  3. EventosR$ 2.3620,7%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2014

Mediana da disputa: R$ 43,6 por voto. Quem venceu, Paulo Guedes, gastou R$ 28,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 205; o mais barato, R$ 28,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 40 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 36 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 96 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.