Agnaldão Lenque
Aguinaldo da Silva Lenque · nasceu em 1975
Agnaldão Lenque se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2006, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.
Declarou ao TSE em 2006: 30 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2006Deputado estadual · RondôniaPTB 14120· centro-direitasuplente3.655 votos; 56º mais votado de 365 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Agnaldão Lenque teve 3.655 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 56º lugar entre 365 candidatos.
Recebeu votos em 31 cidades. Jaru deu 70,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2006, Agnaldão Lenque declarou R$ 377,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Rondônia em 2006.
- Agnaldão LenqueR$ 377,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 168,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,4 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2006, do maior ao menor
- Residencia r. rio grande norte S/NR$ 149,1 milImóveis
- 150 Cabeças de gadoR$ 119,3 milBens rurais e animais
- Veiculo fiat uno flex 2005R$ 71,6 milVeículos, barcos e aeronaves
- Veiculo VW gol 1999R$ 37,3 milVeículos, barcos e aeronaves
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Agnaldão Lenque declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Jaru (RO) · PTB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 9.77442,7%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 5.21922,8%
- Outros candidatosTudo de Jose Amauri Dos SantosR$ 3.97517,4%
- EmpresasR$ 3.91017,1%
Para onde foi
- EscritórioR$ 9.77442,7%
- Material impressoR$ 5.62024,6%
- TransporteR$ 5.44123,8%
- OutrosR$ 2.0438,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Jaru (RO), 2004
Mediana da disputa: R$ 93 por voto. Quem venceu, Ivo Lima, gastou R$ 31,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 124; o mais barato, R$ 31,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ze Luquinha PSCR$ 45 mil · 363 votosR$ 124
- Dr. Carmona PSCR$ 26 mil · 252 votosR$ 104
- Devani PLR$ 34 mil · 333 votosR$ 103
- Waguinho PLR$ 65 mil · 650 votosR$ 99,7
- Milton Louzada DEMR$ 57 mil · 579 votosR$ 98,2
- Carmem PTBR$ 62 mil · 646 votosR$ 96,7
- Edmilson Da 617 PPR$ 43 mil · 464 votosR$ 93
- Lucia Costa DEMR$ 41 mil · 524 votosR$ 78,3
- Capelini MDBR$ 59 mil · 839 votosR$ 70,2
- Rael Moret PTBR$ 35 mil · 624 votosR$ 56
- Juscimar Do Sindicato PTR$ 31 mil · 558 votosR$ 55,5
- Ivo Lima MDBR$ 28 mil · 892 votosR$ 31,3
Votos por real
- 2004, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.