Apuração
Deputado federal · 2026 · MISSÃO

Adriano Rennó

Adriano Pereira Rennó · nasceu em 1996

Adriano Rennó disputou uma eleição, em 2026, para deputado federal (Minas Gerais), pelo MISSÃO: não eleito.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoMISSÃO2026
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2026, não eleito.

Declarou ao TSE em 2026: 29 anos, ensino médio, agenciador de propaganda, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Deputado federal · Minas Gerais
    MISSÃO 1478· sem classificação
    não eleito1.217 votos; 304º mais votado de 710 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2026, Adriano Rennó teve 1.217 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 304º lugar entre 710 candidatos.

Recebeu votos em 252 cidades. Belo Horizonte deu 18,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 49,5%.

1.217 votos
votos para deputado federal em 2026
Cada quadrado é 1% de 1.217 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)222 votos18,2%
  2. Juiz de Fora (MG)44 votos3,6%
  3. Uberlândia (MG)43 votos3,5%
  4. Sapucaí-Mirim (MG)41 votos3,4%
  5. Betim (MG)39 votos3,2%
  6. Outras 237 cidades615 votos50,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2026, Adriano Rennó declarou R$ 806,6 mil em bens, em reais de hoje: 4,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 806,6 mil
em bens declarados em 2026, em reais de setembro de 2026 (R$ 800.000 na declaração)

Declarou 4,7 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2026.

  • Adriano RennóR$ 806,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 173,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 806,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2026, Adriano Rennó declarou ao TSE R$ 4,2 mil em receitas, em reais de hoje, 87% de dinheiro público.

2026 · Deputado federal · Minas Gerais · MISSÃO · não eleito

De onde veio

R$ 4.217
87% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.217.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido MissaoR$ 3.67587,1%
  2. VaquinhaTudo de Queroapoiar.Com.Br LtdaR$ 53012,6%
  3. Próprio bolsoR$ 120,3%

Para onde foi

R$ 3.984
O maior gasto foi com internet: 78% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.984. Toque numa parte para abrir.
  1. InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 3.10077,8%
  2. EscritórioR$ 100,3%

As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2026

Mediana da disputa: R$ 37,1 por voto. Quem venceu, Rogério Correia, gastou R$ 11,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 121; o mais barato, R$ 11,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2026, deputado federal: 306 votos por R$ 1.000, 14 vezes a mediana da disputa (contas parciais).
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.