Professor Adriano
Adriano da Silva Oliveira · nasceu em 1978
Professor Adriano se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PC do B (2018), PSC (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · PernambucoPC do B 65001· esquerda· na urna, Adriano Oliveirasuplente305 votos; 397º mais votado de 622 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Professor Adriano teve 305 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 397º lugar entre 622 candidatos.
Recebeu votos em 23 cidades. Quipapá deu 48,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Professor Adriano declarou R$ 264,8 mil em bens, em reais de hoje: 376 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Pernambuco.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 376 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Pernambuco em 2018.
- Professor AdrianoR$ 264,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 704
- Mediana dos eleitosR$ 544,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Adriano declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 11 mil, 66% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Quipapá (PE) · PSC · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 7.07666,1%
- PessoasR$ 3.53833,1%
- Outros candidatosR$ 880,8%
Para onde foi
- ServiçosR$ 4.24660%
- TransporteR$ 2.83040%
Quanto custou cada voto: vereador, Quipapá (PE), 2020
Professor Adriano: R$ 221 por voto (mediana da disputa, R$ 9,43). Quem venceu, Rodrigo Correia, gastou R$ 4,29 por voto. O voto mais caro custou R$ 221; o mais barato, R$ 4,29.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Adriano. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Adriano PSCR$ 7,1 mil · 32 votosR$ 221
- João Crente PSCR$ 28 mil · 286 votosR$ 98,8
- Rosinha Machado PSCR$ 16 mil · 465 votosR$ 33,9
- Celsinho Azevedo PPR$ 19 mil · 749 votosR$ 25,5
- Batista Da Saúde PSCR$ 7,1 mil · 414 votosR$ 17,1
- Sandro Da Vila PPR$ 5,6 mil · 511 votosR$ 11
- Elias Do Corrente PSBR$ 4,5 mil · 475 votosR$ 9,43
- Marcelo De Gilda PPR$ 6,6 mil · 786 votosR$ 8,44
- Eugênio Siqueira PPR$ 5,1 mil · 627 votosR$ 8,17
- Odair Lucena PSBR$ 3,8 mil · 616 votosR$ 6,16
- Lindalva Trajano PSBR$ 3,8 mil · 735 votosR$ 5,24
- Rodrigo Correia DEMR$ 2,1 mil · 495 votosR$ 4,29
Votos por real
- 2020, vereador: 4,5 votos por R$ 1.000, 4% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 305 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.