Apuração
Vereador · 2016 · PC do B

Adriano Macedo

Adriano Keyson Almada de Macedo · nasceu em 1988

Adriano Macedo se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,25← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012AVANTE2016PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 2 partidos: AVANTE (2012), PC do B (2016).

VereadorPartidoAVANTEPC do B201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 27 anos, superior incompleto, bancário e economiário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Peritoró (MA)
    PC do B 65123· esquerda
    eleito449 votos
  2. 2012
    Vereador · Peritoró (MA)
    AVANTE 70000· centro-direita
    suplente285 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Adriano Macedo declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,8 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Peritoró (MA) · PC do B · eleito

De onde veio

R$ 1.943
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.943.
  1. Próprio bolsoR$ 1.61983,3%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 32416,7%

Para onde foi

R$ 1.943
O maior gasto foi com material impresso: 83% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.943.
  1. Material impressoTudo de E F Dos Santos Filho - MeR$ 1.61983,3%
  2. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 32416,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Peritoró (MA), 2016

Mediana da disputa: R$ 18,4 por voto. Quem venceu, Naldo Lisboa, gastou R$ 6,62 por voto. O voto mais caro custou R$ 342; o mais barato, R$ 6,62.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Bianor Do Sitio Novo PATRIOTAR$ 4,8 mil · 14 votosR$ 342
  • Miriam Felix PATRIOTAR$ 4,8 mil · 15 votosR$ 320
  • Antonio Carlos DEMOCRATAR$ 4,8 mil · 34 votosR$ 141
  • Irmão Edson DEMOCRATAR$ 4,8 mil · 73 votosR$ 65,7
  • Lurdes Da Cerâmica PATRIOTAR$ 8,1 mil · 159 votosR$ 50,9
  • Neto Barros DEMOCRATAR$ 4,8 mil · 154 votosR$ 31,1
  • Clemilson Viana AVANTER$ 7,2 mil · 390 votosR$ 18,4
  • Elton Sanches CIDADANIAR$ 4 mil · 233 votosR$ 17
  • Sales Itamarasom PLR$ 4,7 mil · 359 votosR$ 13,2
  • Maciel PDTR$ 3,8 mil · 317 votosR$ 11,9
  • Prof. Jhonadison PODER$ 5,4 mil · 595 votosR$ 9,15
  • Naldo Lisboa PHSR$ 4,1 mil · 613 votosR$ 6,62

Votos por real

  • 2016, vereador: 231 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 29 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.