Adriano do Chalé
Adriano da Cruz de Oliveira · nasceu em 1948
Adriano do Chalé se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PODE (2004), PSDB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 60 anos, até o fundamental, trabalhador rural. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Adriano do Chalé declarou R$ 13,5 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 25% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Adriano do ChaléR$ 13,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Adriano do Chalé declarou ao TSE R$ 3,3 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Santa Fé de Minas (MG) · PODE · suplente
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 2.93290%
- PessoalR$ 32610%
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Fé de Minas (MG), 2004
Mediana da disputa: R$ 35,8 por voto. Quem venceu, Wagner Chamone, gastou R$ 15,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 142; o mais barato, R$ 15,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cori MDBR$ 3,3 mil · 23 votosR$ 142
- Ameixa PPR$ 3,3 mil · 54 votosR$ 60,3
- Nestor Colega MDBR$ 3,3 mil · 55 votosR$ 59,2
- Preto Do Onibus PTR$ 3,3 mil · 57 votosR$ 57,2
- Chiquinho Piau PRPR$ 3,3 mil · 63 votosR$ 51,7
- Benildo Farago MDBR$ 3,3 mil · 90 votosR$ 36,2
- Bison PRPR$ 3,3 mil · 91 votosR$ 35,8
- Zé Comeia PRPR$ 3,3 mil · 97 votosR$ 33,6
- Zé Melão PVR$ 3,3 mil · 107 votosR$ 30,4
- Adelaide Farago PC do BR$ 3,3 mil · 115 votosR$ 28,3
- Verilda DCR$ 3,3 mil · 168 votosR$ 19,4
- Wagner Chamone PPR$ 3,3 mil · 207 votosR$ 15,7
Votos por real
- 2004, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.