Adriano da Ótica
Adriano Donizeti de Faria · nasceu em 1972
Adriano da Ótica se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2004–2012), PDT (2020), PSB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 52 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · São PauloCIDADANIA 23888· centrosuplente6.472 votos; 444º mais votado de 1.520 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Adriano da Ótica teve 6.472 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 444º lugar entre 1.520 candidatos.
Recebeu votos em 55 cidades. Jacareí deu 91,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Adriano da Ótica declarou R$ 132,7 mil em bens, em reais de hoje: 6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2024, o total caiu R$ 539,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Adriano da ÓticaR$ 132,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Adriano da Ótica declarou ao TSE R$ 292 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 95 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Jacareí (SP) · PSB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.50484,6%
- Outros candidatosR$ 27315,4%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Jacareí (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 37,5 por voto. Quem venceu, Gabriel Belém, gastou R$ 18,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 164; o mais barato, R$ 18,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Enfermeira Rochelle PTR$ 61 mil · 374 votosR$ 164
- Prof Antonio Sergio Sergião PC do BR$ 52 mil · 505 votosR$ 104
- Bia Toledo PTR$ 72 mil · 749 votosR$ 96,6
- Juliana Da Fênix PLR$ 103 mil · 1.341 votosR$ 77,1
- Daniele Rebelo PTR$ 71 mil · 1.321 votosR$ 53,5
- Adenilson Marins PTR$ 56 mil · 1.111 votosR$ 50,3
- Dudi PLR$ 69 mil · 1.836 votosR$ 37,5
- Rogerio Timoteo REPUBLICANOSR$ 60 mil · 1.714 votosR$ 35,1
- Rafael Julio PLR$ 79 mil · 2.400 votosR$ 32,9
- Juex Almeida PPR$ 76 mil · 2.507 votosR$ 30,5
- Daniel Mariano PLR$ 69 mil · 2.508 votosR$ 27,4
- Gabriel Belém PSBR$ 64 mil · 3.478 votosR$ 18,4
Votos por real
- 2024, vereador: 329 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 178 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 69 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.