Apuração
Vereador · 2008 · DEM

Adrianinho

Adriano Gois Cavalcanti · nasceu em 1977

Adrianinho se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo DEM.

VereadorPartidoDEM200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 31 anos, superior incompleto, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    DEM 25111· direita
    suplente90 votos
  2. 2004
    DEM 25111· direita· na urna, Adriano da Ambulância
    eleito158 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Adrianinho declarou R$ 35,1 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 35,1 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 13.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • AdrianinhoR$ 35,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 35,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Adrianinho declarou ao TSE R$ 310 em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Júlio Mesquita (SP) · DEM · eleito

De onde veio

R$ 310
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 310
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Júlio Mesquita (SP), 2004

Mediana da disputa: R$ 19 por voto. Quem venceu, Nazir, gastou R$ 3,10 por voto. O voto mais caro custou R$ 64,6; o mais barato, R$ 3,10.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Bigode PTR$ 2,3 mil · 35 votosR$ 64,6
  • Cilso Do Bar PTR$ 2,3 mil · 38 votosR$ 59,5
  • Eliana Do Vinha PTR$ 2,3 mil · 40 votosR$ 56,5
  • Orlando Peba PTBR$ 508 · 14 votosR$ 36,3
  • Ivanete PTBR$ 508 · 22 votosR$ 23,1
  • Pêlo PTR$ 2,3 mil · 105 votosR$ 21,5
  • Professora Rose PPR$ 1,5 mil · 78 votosR$ 19
  • Luiz Carlos PTBR$ 508 · 38 votosR$ 13,4
  • Leda PSDBR$ 1,8 mil · 225 votosR$ 7,89
  • Bombinha DEMR$ 1,1 mil · 158 votosR$ 7,11
  • Silvinha Da Farmacia PTBR$ 508 · 96 votosR$ 5,29
  • Nazir PTBR$ 508 · 164 votosR$ 3,10

Votos por real

  • 2004, vereador: 158 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.