Apuração
Vereador · 2008 · PV

Adriano (boi)

Adriano Leão Borges · nasceu em 1971

Adriano (boi) disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Nova Xavantina (MT)), pelo PV: não eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPV−0,17← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPV2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 36 anos, superior completo, engenheiro. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PV 43333· centro-esquerda
    não eleito338 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Adriano (boi) declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.

R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 422.000 na declaração)

Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2008.

  • Adriano (boi)R$ 1,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 99,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 169,6 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 12 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Uma empresa hotel boa sorte LTDAR$ 269,6 mil
    Empresas e participações
  2. Uma fazenda de 112 haR$ 269,6 mil
    Bens rurais e animais
  3. Uma casa residencialR$ 161,8 mil
    Imóveis
  4. Um ponto comercialR$ 161,8 mil
    Imóveis
  5. Uma casaR$ 67,4 mil
    Imóveis
  6. Um carro siena 2002R$ 53,9 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  7. 50% De um lote suburbanoR$ 40,4 mil
    Imóveis
  8. Uma casa - BR 158R$ 40,4 mil
    Imóveis
  9. Um carro uno 2002R$ 37,7 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  10. Um barco e motorR$ 16,2 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  11. Um lote urbanoR$ 10,8 mil
    Imóveis
  12. Uma moto cg/titan 150 2004R$ 8.089
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Adriano (boi) declarou ao TSE R$ 9,6 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Nova Xavantina (MT) · PV · não eleito

De onde veio

R$ 9.609
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.609.
  1. PessoasR$ 3.74339%
  2. PartidoR$ 3.45736%
  3. Próprio bolsoR$ 2.41025,1%

Para onde foi

R$ 9.609
O maior gasto foi com material impresso: 39% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.609.
  1. Material impressoR$ 3.74339%
  2. OutrosR$ 3.45736%
  3. TransporteR$ 2.41025,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Nova Xavantina (MT), 2008

Mediana da disputa: R$ 98,9 por voto. Quem venceu, Edilson Caetano-Edilson, gastou R$ 61,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 222; o mais barato, R$ 61,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.