Adriano Bedore
nasceu em 1973
Adriano Bedore se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: MDB (2004–2012), REDE (2016), PTB (2020), PSDB (2022–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 51 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022Deputado estadual · São PauloPSDB 45450· centro-direitasuplente2.434 votos; 677º mais votado de 1.924 no estado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Adriano Bedore teve 2.434 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 677º lugar entre 1.924 candidatos.
Recebeu votos em 180 cidades. Atibaia deu 44,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 81,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Adriano Bedore declarou R$ 165,7 mil em bens, em reais de hoje: 7,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2024, o total caiu R$ 929,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 7,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Adriano BedoreR$ 165,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Adriano Bedore declarou ao TSE R$ 370 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado estadual: R$ 318 mil, 93% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Atibaia (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 7.65670,7%
- Próprio bolsoR$ 3.17229,3%
Para onde foi
- OutrosR$ 8.42177,8%
- InternetR$ 2.18720,2%
- Material impressoR$ 2192%
Quanto custou cada voto: vereador, Atibaia (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 67,8 por voto. Quem venceu, Coronel Ikeda, gastou R$ 28,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 255; o mais barato, R$ 28,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fábia Santa Rosa PLR$ 61 mil · 240 votosR$ 255
- Élcio Maradona PTR$ 48 mil · 370 votosR$ 129
- Laís Carneiro PSBR$ 49 mil · 501 votosR$ 97,6
- William Vieira PTR$ 69 mil · 773 votosR$ 89,7
- Juninho Do Hot Dog PLR$ 60 mil · 712 votosR$ 84,9
- Capitão Cardinalli PLR$ 49 mil · 663 votosR$ 73,6
- Kelly Sales PLR$ 54 mil · 792 votosR$ 67,8
- Alemão PLR$ 60 mil · 1.246 votosR$ 48,2
- Lucas Garcia PLR$ 59 mil · 1.442 votosR$ 40,6
- Derek Bonjardim PLR$ 60 mil · 1.764 votosR$ 34
- Dr. Denig PLR$ 60 mil · 1.887 votosR$ 31,9
- Coronel Ikeda PLR$ 49 mil · 1.742 votosR$ 28,3
Votos por real
- 2024, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
- 2022, deputado estadual: 19 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.