Adriano
Adriano Alves Ribeiro · nasceu em 1987
Adriano disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Apiacás (MT)), pelo PSDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 29 anos, ensino médio, trabalhador florestal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Adriano declarou R$ 60,4 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.
- AdrianoR$ 60,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Adriano declarou ao TSE R$ 5,1 mil em receitas, em reais de hoje, 4,6% de dinheiro público.
2016 · Vereador · Apiacás (MT) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.88876,1%
- Outros candidatosR$ 72914,3%
- PartidoR$ 2575%
- Fundo partidárioR$ 2364,6%
Para onde foi
- ServiçosR$ 3.14161,5%
- TransporteR$ 98919,4%
- Material impressoR$ 4949,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4869,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Apiacás (MT), 2016
Mediana da disputa: R$ 63,4 por voto. Quem venceu, Miro Da Boracharia, gastou R$ 27 por voto. O voto mais caro custou R$ 297; o mais barato, R$ 27.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Chica Do Restaurante DEMR$ 8 mil · 27 votosR$ 297
- Marcos Cabeludo - Marcineiro PSDBR$ 7,7 mil · 67 votosR$ 115
- Francisco Da Loja Popular PSDBR$ 8 mil · 79 votosR$ 102
- Patricia Berti PSBR$ 7,2 mil · 75 votosR$ 95,7
- Salete Bialeski PSDBR$ 8,1 mil · 112 votosR$ 72
- Nice PSDBR$ 8,9 mil · 131 votosR$ 67,7
- Timon PPR$ 7,7 mil · 121 votosR$ 63,4
- Leilson Do Mutum DEMR$ 7,5 mil · 153 votosR$ 49,1
- Maninho Globosat PSDBR$ 6,9 mil · 145 votosR$ 47,6
- Enfermeira Carol PSDBR$ 8,2 mil · 172 votosR$ 47,4
- Nene Protetico PSDR$ 10 mil · 239 votosR$ 43,1
- Miro Da Boracharia PPR$ 7,6 mil · 281 votosR$ 27
Votos por real
- 2016, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.