Adriano
Adriano Henrique de Andrade Figueira Silva · nasceu em 1970
Adriano se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, superior incompleto, vendedor pracista, representante, caixeiro-viajante e assemelhados, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2010Deputado federal · Rio de JaneiroDEM 2545· direita· na urna, Adriano Figueirasuplente2.383 votos; 256º mais votado de 751 no estado
- 2008
- 2006Deputado federal · Rio de JaneiroDEM 2501· direita· na urna, Adriano Figueirasuplente8.252 votos; 141º mais votado de 707 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Adriano teve 2.383 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 256º lugar entre 751 candidatos.
Recebeu votos em 38 cidades. São João de Meriti deu 73,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,2%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Adriano declarou R$ 19,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 30,2 mil, já descontada a inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (50%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2008.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Adriano declarou ao TSE R$ 74 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 37 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · São João de Meriti (RJ) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 61565,5%
- ServiçosR$ 32434,5%
Quanto custou cada voto: vereador, São João de Meriti (RJ), 2016
Mediana da disputa: R$ 39,8 por voto. Quem venceu, Rony Ferraz, gastou R$ 17,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 17,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dinho Da Farmacia PLR$ 312 mil · 2.853 votosR$ 109
- Mica PSDBR$ 275 mil · 3.262 votosR$ 84,3
- Michele PVR$ 132 mil · 1.835 votosR$ 72
- Charlles Batista PLR$ 108 mil · 1.761 votosR$ 61,4
- Vera Pimenta DEMR$ 81 mil · 1.657 votosR$ 48,9
- Carlinhos Moutinho PSDR$ 89 mil · 2.106 votosR$ 42,4
- Elias Queiroz PLR$ 111 mil · 2.792 votosR$ 39,8
- Doca Brazão MDBR$ 98 mil · 2.592 votosR$ 37,9
- Otojanes Filho PHSR$ 127 mil · 4.259 votosR$ 29,7
- Léo Vieira PTBR$ 109 mil · 4.231 votosR$ 25,9
- Bebeto Da Veggi PHSR$ 94 mil · 4.308 votosR$ 21,8
- Rony Ferraz PHSR$ 83 mil · 4.795 votosR$ 17,4
Votos por real
- 2016, vereador: 240 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 171 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 555 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 222 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.