Adriana Góes
Adriana Aparecida de Góes Pereira · nasceu em 1973
Adriana Góes se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleita em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 5 partidos: PTB (2004), AVANTE (2006), PL (2008), PV (2012), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, ensino médio, militar reformado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2006Deputada estadual · Minas GeraisAVANTE 70113· centro-direita· na urna, Cabo Adriananão eleita815 votos; 518º mais votada de 852 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Adriana Góes teve 815 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 518º lugar entre 852 candidatos.
Recebeu votos em 50 cidades. Pouso Alegre deu 81,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Adriana Góes declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 48 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 796,6 mil acima da inflação.
Declarou 48 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Adriana GóesR$ 1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Adriana Góes declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Pouso Alegre (MG) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.19487,8%
- PessoasR$ 30412,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.98179,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 42517%
- TransporteR$ 923,7%
Quanto custou cada voto: vereadora, Pouso Alegre (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 35,4 por voto. Quem venceu, Leandro Morais, gastou R$ 7,86 por voto. O voto mais caro custou R$ 671; o mais barato, R$ 7,86.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vanessa REDER$ 14 mil · 21 votosR$ 671
- Marcos Aurélio PTR$ 14 mil · 100 votosR$ 141
- Dr Edson CIDADANIAR$ 68 mil · 946 votosR$ 72,1
- Rafael Huhn Feijão REDER$ 17 mil · 241 votosR$ 70,3
- Olavo Do Gaz PTBR$ 18 mil · 272 votosR$ 67,8
- Tony Mariosa O Construtor PPR$ 25 mil · 608 votosR$ 41,9
- Prof Marileia Do Monsenhor PTBR$ 19 mil · 537 votosR$ 35,4
- Dr. José Walter - Delegado DEMR$ 15 mil · 548 votosR$ 27,4
- Dulcinéia Costa PVR$ 14 mil · 518 votosR$ 27,3
- Igor Tavares PSDBR$ 20 mil · 1.273 votosR$ 15,5
- Gilberto Barreiro PPR$ 16 mil · 1.479 votosR$ 10,7
- Leandro Morais PSDBR$ 18 mil · 2.321 votosR$ 7,86
Votos por real
- 2020, vereadora: 60 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 16 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 62 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.