Adriana de Macedo Aguila
Adriana Maria Barrozo de Macedo · nasceu em 1975
Adriana de Macedo Aguila disputou uma eleição, em 2018, para deputada federal (Paraná), pelo PSL: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada federal, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 43 anos, superior incompleto, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Adriana de Macedo Aguila teve 5.747 votos para deputada federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 119º lugar entre 415 candidatos.
Recebeu votos em 262 cidades. Curitiba deu 23,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 70,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2018, Adriana de Macedo Aguila declarou ao TSE R$ 175 mil em receitas, em reais de hoje, 99% de dinheiro público.
2018 · Deputada federal · Paraná · PSL · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.8091%
Para onde foi
- PesquisasTudo de Irg Teleatendimento EireliR$ 99,5 mil57,4%
- Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 14,3 mil8,3%
- OutrosTudo de Clayton Ribeiro Ferreira 04503249908R$ 8.8665,1%
- TransporteR$ 7.6164,4%
- ServiçosR$ 1.8701,1%
Quanto custou cada voto: deputada federal, Paraná, 2018
Mediana da disputa: R$ 37,4 por voto. Quem venceu, Gleisi Lula, gastou R$ 9,70 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 9,70.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Marcos Vinicius PSBR$ 2,9 milhões · 19.706 votosR$ 147
- Rossi MOBILIZAR$ 3,6 milhões · 34.206 votosR$ 104
- Alfredo Kaefer PPR$ 3,3 milhões · 33.459 votosR$ 99,8
- Hauly PSDBR$ 3,2 milhões · 35.133 votosR$ 89,9
- Mounir Chaowiche PSDBR$ 1,7 milhão · 25.397 votosR$ 67,6
- Rogerio Lorenzetti PSDR$ 2,5 milhões · 40.290 votosR$ 62,9
- Osmar Bertoldi DEMR$ 2,3 milhões · 38.727 votosR$ 59,7
- Edmar Arruda PSDR$ 2,5 milhões · 49.577 votosR$ 51,1
- Luiz Nishimori PLR$ 3,7 milhões · 73.344 votosR$ 49,9
- Osmar Serraglio PPR$ 3,2 milhões · 64.572 votosR$ 48,8
- Stephanes Junior PSDR$ 2,4 milhões · 53.522 votosR$ 44,2
- Toninho Wandscheer PROSR$ 3,1 milhões · 72.475 votosR$ 42,2
- Evandro Roman PSDR$ 2,6 milhões · 67.909 votosR$ 37,8
- Ney Leprevost PSDR$ 3,5 milhões · 92.399 votosR$ 37,7
- Ricardo Barros PPR$ 3 milhões · 80.025 votosR$ 37,6
- Vermelho PSDR$ 2,6 milhões · 70.001 votosR$ 37,4
- Leopoldo Meyer PSBR$ 1,9 milhão · 51.869 votosR$ 36,4
- Christiane Yared PLR$ 3,7 milhões · 107.636 votosR$ 33,9
- Luisa Canziani PTBR$ 3 milhões · 90.249 votosR$ 32,8
- Luciano Ducci PSBR$ 3,1 milhões · 98.214 votosR$ 31,2
- Sérgio Souza MDBR$ 2,8 milhões · 94.077 votosR$ 29,9
- Giacobo PLR$ 3,2 milhões · 111.384 votosR$ 29,2
- Marcio Pauliki SOLIDARIEDADER$ 1,9 milhão · 67.125 votosR$ 27,9
- Rubens Bueno CIDADANIAR$ 1,9 milhão · 76.471 votosR$ 24,9
- Aliel Machado PSBR$ 2,3 milhões · 95.386 votosR$ 24,6
- Hermes Frangão Parcianello MDBR$ 2,7 milhões · 110.717 votosR$ 24,1
- Rossoni PSDBR$ 1,7 milhão · 72.096 votosR$ 23,9
- Pedro Lupion DEMR$ 2 milhão · 92.300 votosR$ 21,2
- Sandro Alex PSDR$ 1,8 milhão · 124.512 votosR$ 14,8
- Gleisi Lula PTR$ 2,1 milhões · 212.513 votosR$ 9,70
Votos por real
- 2018, deputada federal: 33 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.