Apuração
Vereador · 2024 · PDT

Adolar Queiroz

Adolar Rodrigues Queiroz · nasceu em 1957

Adolar Queiroz se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PDT2010PDT2012PDT2016PDT2020PDT2024PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2024.

Sempre pelo PDT.

Dep. federalPrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoPDT’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 66 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Santo Ângelo (RS)
    PDT 12712· centro-esquerda
    eleito958 votos
  2. 2020
    Vereador · Santo Ângelo (RS)
    PDT 12712· centro-esquerda
    suplente589 votos
  3. 2016
    Vereador · Santo Ângelo (RS)
    PDT 12712· centro-esquerda
    eleito965 votos
  4. 2012
    Prefeito · Santo Ângelo (RS)
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito18.988 votos, 40,5%
  5. 2010
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PDT 1210· centro-esquerda
    suplente18.586 votos; 60º mais votado de 271 no estado
  6. 2008
    Vice-prefeito · Santo Ângelo (RS)
    PDT 12· centro-esquerda
    Na chapa de Eduardo Loureiro
    chapa eleita29.170 votos da chapa, 63,1%
  7. 2004
    Vice-prefeito · Santo Ângelo (RS)
    PDT 12· centro-esquerda
    Na chapa de Eduardo Loureiro
    chapa eleita17.944 votos da chapa, 38,5%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Adolar Queiroz teve 18.586 votos para deputado federal, 0,3% dos votos válidos do estado: 60º lugar entre 271 candidatos.

Recebeu votos em 236 cidades. Santo Ângelo deu 55,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 83,4%.

18.586 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 18.586 votos.
  1. Santo Ângelo (RS)10.235 votos55,1%
  2. Ijuí (RS)1.472 votos7,9%
  3. Catuípe (RS)618 votos3,3%
  4. Entre-Ijuís (RS)509 votos2,7%
  5. São Miguel das Missões (RS)509 votos2,7%
  6. Outras 221 cidades3.076 votos16,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Adolar Queiroz declarou R$ 276,2 mil em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 55,5 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 276,2 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 250.000 na declaração)

Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.

  • Adolar QueirozR$ 276,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 276,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Adolar Queiroz declarou ao TSE R$ 576 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 302 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Santo Ângelo (RS) · PDT · eleito

De onde veio

R$ 14,6 mil
52% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,6 mil.
  1. Fundo partidárioTudo de Partido Democratico TrabalhistaR$ 4.37529,9%
  2. Próprio bolsoR$ 4.22828,9%
  3. Fundo eleitoralTudo de Partido Democratico Trabalhista - Rio Grande Do Sul - Rs - EstadualR$ 3.28122,4%
  4. PessoasR$ 2.73418,7%

Para onde foi

R$ 14,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 5.03134,4%
  2. EscritórioR$ 1.0947,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Santo Ângelo (RS), 2024

Mediana da disputa: R$ 23,7 por voto. Quem venceu, Enfermeira Andréia Bernardi, gastou R$ 16,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 101; o mais barato, R$ 16,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 63 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.