Admilson
Admilson Camilo Rodrigues · nasceu em 1962
Admilson se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2008–2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, até o fundamental, motorista particular, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Admilson declarou R$ 8.619 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 18,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 40% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- AdmilsonR$ 8.619
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Admilson declarou ao TSE R$ 8,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Caranaíba (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 94862,6%
- Próprio bolsoR$ 56637,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 35173,4%
- PessoalR$ 11323,7%
- EscritórioR$ 143%
Quanto custou cada voto: vereador, Caranaíba (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 7,15 por voto. Quem venceu, Chiquinho, gastou R$ 3,11 por voto. O voto mais caro custou R$ 98,4; o mais barato, R$ 3,11.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Humberto Do Benjamin MDBR$ 984 · 10 votosR$ 98,4
- William Do Jair CIDADANIAR$ 1,4 mil · 109 votosR$ 13
- Diego Do Zé Luiz PPR$ 1,4 mil · 171 votosR$ 8,28
- Dico Ademir MDBR$ 1,2 mil · 156 votosR$ 7,97
- Paulo Do Campinho CIDADANIAR$ 566 · 75 votosR$ 7,55
- Joel PPR$ 708 · 94 votosR$ 7,53
- Paulinho CIDADANIAR$ 708 · 99 votosR$ 7,15
- Edilene PPR$ 708 · 99 votosR$ 7,15
- Marcinho Do Ponto Do Leite CIDADANIAR$ 502 · 81 votosR$ 6,20
- Zé Américo PTR$ 685 · 189 votosR$ 3,62
- Neneuzinho PPR$ 708 · 205 votosR$ 3,45
- Chiquinho CIDADANIAR$ 637 · 205 votosR$ 3,11
Votos por real
- 2020, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.