Adinalva
Adinalva Lacerda Santos · nasceu em 1957
Adinalva se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSDB (2004), MDB (2008), PT (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 60 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Adinalva declarou R$ 97,5 mil em bens, em reais de hoje: 7,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 91,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 7,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- AdinalvaR$ 97,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Adinalva declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereadora: R$ 6,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Cândido Sales (BA) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Cândido Sales (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 19,5 por voto. Quem venceu, Dirciano, gastou R$ 10,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 79,4; o mais barato, R$ 10,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luciano Bebé PTR$ 5,6 mil · 71 votosR$ 79,4
- Robson Freitas PSDBR$ 25 mil · 749 votosR$ 33,2
- Zeze De Lu PPR$ 11 mil · 408 votosR$ 27,7
- Arnaldo Ferraz PSBR$ 14 mil · 557 votosR$ 24,4
- Dedé Do Mandacaru PPR$ 7,4 mil · 310 votosR$ 23,9
- Divinha PTR$ 9,4 mil · 469 votosR$ 19,9
- Tião Dutra PSLR$ 10 mil · 521 votosR$ 19,5
- Paulo Brito PLR$ 11 mil · 617 votosR$ 18,1
- Lekão PSDR$ 8,1 mil · 496 votosR$ 16,3
- Guda PSCR$ 9,8 mil · 732 votosR$ 13,3
- Keu De Antonio De Pedro PHSR$ 7,1 mil · 608 votosR$ 11,7
- Dirciano PHSR$ 7,4 mil · 725 votosR$ 10,3
Votos por real
- 2008, vereadora: 176 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 66 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.