Adilson Yako
Jose Adilson dos Santos · nasceu em 1966
Adilson Yako se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: DEM (2004–2008), PSC (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 46 anos, ensino médio, empresário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Adilson Yako declarou R$ 300,8 mil em bens, em reais de hoje: 5,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 297,4 mil acima da inflação.
Declarou 5,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2012.
- Adilson YakoR$ 300,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 54,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 175 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Capital integralizado na empresa yakotur transportes LTDAR$ 109,6 milQuotas ou quinhões de capital
- Diponibilidade financeira no domicilio do declaranteR$ 65,7 milDinheiro em espécie
- Caminhao m B1313 ano 1971R$ 65,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculo celta ano 2003R$ 35,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Capital social integralizado na empresa ceramica rosayakoR$ 21,9 milQuotas ou quinhões de capital
- Capital social integralizado na empresa ceramica sotnas LTDAR$ 2.743Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Adilson Yako declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,5 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Prudentópolis (PR) · PSC · eleito
De onde veio
- Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 8.12385,1%
- EmpresasTudo de Ceramica Rosa IakoR$ 1.08311,3%
- Outros candidatosR$ 3423,6%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 1.51615,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Prudentópolis (PR), 2012
Mediana da disputa: R$ 101 por voto. Quem venceu, Julio Makuch, gastou R$ 29,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.100; o mais barato, R$ 29,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcos Roberto Monteiro PDTR$ 58 mil · 53 votosR$ 1.100
- Antonio Preslhak PDTR$ 56 mil · 184 votosR$ 305
- Antonio Michalcheszen PDTR$ 85 mil · 463 votosR$ 184
- Dr. Darley PSBR$ 95 mil · 534 votosR$ 177
- Irineu Andre PSBR$ 24 mil · 150 votosR$ 157
- Dionizio Costa AGIRR$ 67 mil · 459 votosR$ 146
- Carina Rampi PSDBR$ 61 mil · 597 votosR$ 101
- Erdmann DEMR$ 49 mil · 548 votosR$ 89,6
- Xixo Costa PDTR$ 27 mil · 320 votosR$ 85,2
- Valdir Bini DEMR$ 34 mil · 708 votosR$ 47,6
- Luciano Antonio MDBR$ 36 mil · 801 votosR$ 44,7
- Julio Makuch PSDR$ 32 mil · 1.094 votosR$ 29,2
Votos por real
- 2012, vereador: 131 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 623 votos por R$ 1.000, 5,8 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.