Adilson Matias
Adilson Carlos Garcia Barbosa · nasceu em 1958
Adilson Matias se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PTB (2004–2012), PDT (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Adilson Matias declarou R$ 260 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 255,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Adilson MatiasR$ 260 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Adilson Matias declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 6,1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Guaratinguetá (SP) · PDT · não eleito
De onde veio
- Outros candidatosR$ 71250,9%
- Próprio bolsoR$ 52537,5%
- PessoasR$ 16211,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.07576,9%
- ServiçosR$ 32423,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Guaratinguetá (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 14,4 por voto. Quem venceu, João Pita Canettieri, gastou R$ 12,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 35; o mais barato, R$ 6,91.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Rosa Filippo PSDR$ 26 mil · 731 votosR$ 35
- Cleber Campos MDBR$ 19 mil · 839 votosR$ 22,5
- Pedro Sannini PTBR$ 27 mil · 1.497 votosR$ 18
- Dra. Juniata PTBR$ 9,3 mil · 546 votosR$ 17,1
- Darci Do Bar PSBR$ 9,9 mil · 652 votosR$ 15,2
- Marcio Almeida CIDADANIAR$ 35 mil · 2.417 votosR$ 14,4
- Celão PSDR$ 29 mil · 2.075 votosR$ 14
- João Pita Canettieri PSBR$ 12 mil · 920 votosR$ 12,8
- Doutor Werneck PSBR$ 8,9 mil · 700 votosR$ 12,7
- Vantuir PSDBR$ 11 mil · 1.153 votosR$ 9,17
- Orville Teixeira PVR$ 11 mil · 1.571 votosR$ 6,91
Votos por real
- 2016, vereador: 298 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 100 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 307 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 801 votos por R$ 1.000, 5,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.