Adilson dos Neres
Adilson Antônio de Lima · nasceu em 1974
Adilson dos Neres se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PL (2016), REDE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 49 anos, até o fundamental, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Adilson dos Neres declarou R$ 635,2 mil em bens, em reais de hoje: 24 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 632,8 mil acima da inflação.
Declarou 24 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Adilson dos NeresR$ 635,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Adilson dos Neres declarou ao TSE R$ 178 em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Biquinhas (MG) · PL · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 16290,9%
- PartidoR$ 169,1%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Biquinhas (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 9,72 por voto. Quem venceu, Carlinho Leão, gastou R$ 3,41 por voto. O voto mais caro custou R$ 37,8; o mais barato, R$ 3,41.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Guilherme PSDBR$ 793 · 21 votosR$ 37,8
- Berrante PSDBR$ 6,6 mil · 236 votosR$ 28,1
- Alaerso Do Tubiinha PLR$ 2,4 mil · 88 votosR$ 27,8
- Rodrigo Amaral (Kiko) PSDBR$ 4 mil · 177 votosR$ 22,8
- Arnon Araújo PSDBR$ 2,1 mil · 133 votosR$ 15,5
- Adelson Pedro DEMR$ 1,4 mil · 97 votosR$ 14,8
- Zode PLR$ 486 · 50 votosR$ 9,72
- Fred Do Jaime MDBR$ 2,2 mil · 238 votosR$ 9,19
- Tiãozinho PLR$ 1,3 mil · 147 votosR$ 8,92
- Gelcinho PLR$ 1,3 mil · 148 votosR$ 8,86
- Cleiton Alexandre PSDBR$ 2,6 mil · 304 votosR$ 8,52
- Carlinho Leão PSDBR$ 648 · 190 votosR$ 3,41
Votos por real
- 2016, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.