Adilson do Onibus
Adilson Medeiros · nasceu em 1970
Adilson do Onibus se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 38 anos, até o fundamental, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Adilson do Onibus declarou R$ 6.741 em bens, em reais de hoje.
Declarou 10% da mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2008.
- Adilson do OnibusR$ 6.741
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 149,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Adilson do Onibus declarou ao TSE R$ 632 em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Abatiá (PR) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 49878,8%
- Outros candidatosR$ 13421,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 31649,8%
- ServiçosR$ 18529,1%
- OutrosR$ 13421,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Abatiá (PR), 2008
Mediana da disputa: R$ 31,3 por voto. Quem venceu, Serginho Escarabel, gastou R$ 14,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 86,3; o mais barato, R$ 14,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paçoca DEMR$ 3,2 mil · 37 votosR$ 86,3
- Alex Xeba PLR$ 3,7 mil · 65 votosR$ 57,6
- Lincoln PDTR$ 16 mil · 290 votosR$ 55
- Vardo MDBR$ 3,8 mil · 79 votosR$ 47,9
- Boi PPR$ 4 mil · 88 votosR$ 45,3
- Zinho DEMR$ 4,2 mil · 108 votosR$ 39
- Valdeci Rocha MDBR$ 4,6 mil · 147 votosR$ 31,3
- Toninho Rosa DEMR$ 5,1 mil · 206 votosR$ 24,7
- Fininho CIDADANIAR$ 3,6 mil · 157 votosR$ 23,2
- Marsom PLR$ 4,1 mil · 221 votosR$ 18,3
- Zé Lacrino CIDADANIAR$ 4,2 mil · 248 votosR$ 16,9
- Serginho Escarabel PLR$ 4,9 mil · 336 votosR$ 14,7
Votos por real
- 2008, vereador: 177 votos por R$ 1.000, 4,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.