Adilson de Tamanicuá
Adilson dos Anjos Sousa · nasceu em 1967
Adilson de Tamanicuá se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PRP (2008), PSC (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Adilson de Tamanicuá declarou R$ 53,9 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Amazonas em 2008.
- Adilson de TamanicuáR$ 53,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 40,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,7 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Adilson de Tamanicuá declarou ao TSE R$ 3,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3,5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Juruá (AM) · PSC · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Juruá (AM), 2016
Mediana da disputa: R$ 17 por voto. Quem venceu, Nonato Marques, gastou R$ 4,51 por voto. O voto mais caro custou R$ 97,2; o mais barato, R$ 4,51.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Pirico PDTR$ 486 · 5 votosR$ 97,2
- Leão PTR$ 907 · 16 votosR$ 56,7
- Valdeir MDBR$ 486 · 17 votosR$ 28,6
- Célio PTBR$ 486 · 21 votosR$ 23,1
- Mirian PTR$ 907 · 44 votosR$ 20,6
- Fanha PC do BR$ 3,2 mil · 186 votosR$ 17
- Silvik REDER$ 534 · 56 votosR$ 9,54
- De Jesus PSDR$ 1,5 mil · 223 votosR$ 6,90
- Dejane REDER$ 2,2 mil · 321 votosR$ 6,76
- Marcondes PROSR$ 1,5 mil · 247 votosR$ 6,23
- Nonato Marques PSLR$ 1,5 mil · 341 votosR$ 4,51
Votos por real
- 2016, vereador: 102 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.