Adevir Lopes
nasceu em 1950
Adevir Lopes se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2024.
Passou por 3 partidos: PSL (2004), PSB (2016), PSD (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 74 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Adevir Lopes declarou R$ 440,8 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 180,8 mil acima da inflação.
Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2024.
- Adevir LopesR$ 440,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 34,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 138,4 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 11 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Caminhao VW 24220 cor brancoR$ 143,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Area rural 93R$ 138,1 milOutros bens imóveis rural
- Ca´pital social capalR$ 71,2 milOutros fundos
- Area rural 18R$ 26,5 milTerra nua
- VW/Gol 1.0R$ 13,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- SicrediR$ 12,2 milConta corrente no país
- Felisberto 9R$ 11 milTerra nua
- Felisberto 11R$ 11 milTerra nua
- SicrediR$ 5.614Caderneta de poupança
- Felisberto 4R$ 5.523Terra nua
- Area rural 1R$ 2.651Terra nua
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Adevir Lopes declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Curiúva (PR) · PSD · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.09460,2%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2024 Christiano Giunta Borges PrefeitoR$ 50527,8%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 21912%
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Curiúva (PR), 2024
Mediana da disputa: R$ 74,4 por voto. Quem venceu, Fernando Do Gás, gastou R$ 23,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 781; o mais barato, R$ 23,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sonia Bonin PPR$ 11 mil · 14 votosR$ 781
- Tiago Muniz PPR$ 5,5 mil · 22 votosR$ 249
- Vando Guerreiro PPR$ 5,5 mil · 41 votosR$ 134
- Val Pedroso PPR$ 5,5 mil · 50 votosR$ 109
- Cecília Do Requinte PPR$ 11 mil · 120 votosR$ 91,1
- Kely Atuatti PVR$ 6,2 mil · 70 votosR$ 89,3
- Babil PSBR$ 11 mil · 147 votosR$ 74,4
- Gil Do Naia PPR$ 13 mil · 240 votosR$ 54,1
- Serginho Brum PPR$ 5,5 mil · 108 votosR$ 50,6
- Alaiz Do Taboao PPR$ 11 mil · 219 votosR$ 49,9
- Bel Do Alecrim PVR$ 5,8 mil · 160 votosR$ 36,5
- Fernando Do Gás PPR$ 5,6 mil · 239 votosR$ 23,6
Votos por real
- 2020, vereador: 255 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.