Adeval
Antonio Gomes Ferreira · nasceu em 1938
Adeval se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008.
Passou por 3 partidos: DEM (2004), MDB (2008), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 82 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Adeval declarou R$ 143,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 476,5 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (58%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Adeval declarou ao TSE R$ 113 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 55 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Fonte Boa (AM) · PP · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 2.47783,3%
- PessoalR$ 49516,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Fonte Boa (AM), 2020
Mediana da disputa: R$ 64,5 por voto. Quem venceu, Sabá Do Tinho, gastou R$ 22,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.415; o mais barato, R$ 22,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Angel PPR$ 14 mil · 10 votosR$ 1.415
- Iana PPR$ 23 mil · 23 votosR$ 984
- Duriquinho PSDR$ 5,7 mil · 29 votosR$ 195
- Professora Vilma PSLR$ 4,2 mil · 25 votosR$ 170
- Aurileia REPUBLICANOSR$ 4,2 mil · 43 votosR$ 98,7
- Prof Josiane CIDADANIAR$ 12 mil · 193 votosR$ 64,5
- Suellen Alves PSLR$ 4,2 mil · 75 votosR$ 56,6
- Kelison Coelho PSDR$ 8,5 mil · 178 votosR$ 47,7
- Ligier PPR$ 7,7 mil · 190 votosR$ 40,7
- Ginara REPUBLICANOSR$ 4,2 mil · 148 votosR$ 28,7
- Sabá Do Tinho CIDADANIAR$ 6,4 mil · 284 votosR$ 22,6
Votos por real
- 2008, prefeito: 133 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 55 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.