Ademir de Conto
nasceu em 1956
Ademir de Conto se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2016.
Passou por 2 partidos: PSDB (2008), PSD (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 60 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Ademir de Conto declarou R$ 295,8 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2012.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- Ademir de ContoR$ 295,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ademir de Conto declarou ao TSE R$ 5,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 3,5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Santa Tereza (RS) · PSD · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Tereza (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 22 por voto. Quem venceu, Marcio Pilatti, gastou R$ 10,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 59,1; o mais barato, R$ 10,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eliana Furlanetto MDBR$ 1,1 mil · 19 votosR$ 59,1
- Gilnei Mezacasa PDTR$ 2,2 mil · 45 votosR$ 48,8
- Jaira B. Machado PDTR$ 1,5 mil · 51 votosR$ 30,1
- Bongiorno MDBR$ 1,4 mil · 58 votosR$ 24,7
- Loiri Baldissera PDTR$ 1,8 mil · 78 votosR$ 22,4
- Egídio Lava MDBR$ 1,6 mil · 72 votosR$ 22,2
- Ivaldo Pissetti MDBR$ 2,9 mil · 133 votosR$ 22
- Cassiano Bochi PSDBR$ 1,1 mil · 66 votosR$ 17,1
- Olir Ferronato MDBR$ 1 mil · 63 votosR$ 16,3
- Gisele Caumo PSDR$ 1,9 mil · 154 votosR$ 12,6
- Riboldi PDTR$ 1,8 mil · 153 votosR$ 11,6
- Marcio Pilatti MDBR$ 1,5 mil · 140 votosR$ 10,4
Votos por real
- 2016, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.