Ademir de Cesaro
Ademir Wilson de Cesaro · nasceu em 1954
Ademir de Cesaro se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: MDB (2004), PHS (2006), PP (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2006Deputado federal · Rio Grande do SulPHS 3107· centro-direitanão eleito9.787 votos; 89º mais votado de 279 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Ademir de Cesaro teve 9.787 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 89º lugar entre 279 candidatos.
Recebeu votos em 160 cidades. São Leopoldo deu 64,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ademir de Cesaro declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 926,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Ademir de CesaroR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ademir de Cesaro declarou ao TSE R$ 117 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 48 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · São Leopoldo (RS) · PP · suplente
De onde veio
- Fundo partidárioR$ 5.15764,2%
- PessoasR$ 1.61920,1%
- PartidoR$ 1.26015,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.83560,2%
- ServiçosR$ 2.72033,9%
- PessoalR$ 4816%
Quanto custou cada voto: vereador, São Leopoldo (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 18,4 por voto. Quem venceu, Brasil, gastou R$ 8,32 por voto. O voto mais caro custou R$ 126; o mais barato, R$ 8,32.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fernando Menezes PTR$ 42 mil · 330 votosR$ 126
- Castro PTR$ 70 mil · 1.043 votosR$ 66,8
- Camargo PSDBR$ 36 mil · 934 votosR$ 38,2
- Giacomini PSDBR$ 49 mil · 2.179 votosR$ 22,4
- Ary Moura PDTR$ 45 mil · 2.293 votosR$ 19,8
- Juliano Maciel PDTR$ 37 mil · 1.898 votosR$ 19,4
- Dudu Moraes PTR$ 29 mil · 1.562 votosR$ 18,4
- Iara Cardoso PDTR$ 47 mil · 2.804 votosR$ 16,7
- Júlio Galperim PSDR$ 27 mil · 1.775 votosR$ 15,2
- Ana Affonso PTR$ 31 mil · 2.008 votosR$ 15,2
- Nestor Schwertner PTR$ 28 mil · 2.499 votosR$ 11,1
- Brasil PSBR$ 27 mil · 3.302 votosR$ 8,32
Votos por real
- 2016, vereador: 120 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 44 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 204 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 169 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.