Ademir da Feira
Ademir Francisco Guimarães · nasceu em 1964
Ademir da Feira se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ademir da Feira declarou R$ 245,3 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 191,4 mil acima da inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Ademir da FeiraR$ 245,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Ponto comercialR$ 81,2 milOutros bens imóveis
- Casa na rua massaichi kakihara n° 321R$ 81,2 milCasa
- GM montana ano 2014R$ 56,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- VW kombi ano 2000R$ 16,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fiat uno ano 1999R$ 9.748Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ademir da Feira declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Capão Bonito (SP) · PTB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.75364,9%
- Próprio bolsoR$ 1.40933,2%
- Outros candidatosR$ 811,9%
Para onde foi
- PessoalR$ 2.59161,1%
- Material impressoR$ 1.24729,4%
- TransporteR$ 2435,7%
- ServiçosR$ 1623,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Capão Bonito (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 34 por voto. Quem venceu, Alan Galvao, gastou R$ 15,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 273; o mais barato, R$ 15,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lilian De Paula PTBR$ 6,8 mil · 25 votosR$ 273
- Mirto Cecap PPR$ 7,3 mil · 118 votosR$ 61,9
- Honorato Amauri MDBR$ 8,6 mil · 203 votosR$ 42,3
- Dandao PPR$ 8 mil · 195 votosR$ 40,8
- Tiago Lucas PSDBR$ 6,2 mil · 174 votosR$ 35,4
- João Venâncio Ramos DEMR$ 9,3 mil · 272 votosR$ 34,2
- Zoio Vasconcellos PSDR$ 11 mil · 323 votosR$ 34
- Ezequiel Da Vila PPR$ 12 mil · 362 votosR$ 31,8
- Adinan Da Laranja PODER$ 7,8 mil · 262 votosR$ 29,9
- Heitor Da Gelsa PSBR$ 19 mil · 1.131 votosR$ 17,2
- Matheus Francatto PLR$ 22 mil · 1.310 votosR$ 16,8
- Alan Galvao PPR$ 6,8 mil · 447 votosR$ 15,3
Votos por real
- 2016, vereador: 87 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 155 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.