Ademir Chiarapa
nasceu em 1959
Ademir Chiarapa se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004–2012), PSC (2016), SOLIDARIEDADE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ademir Chiarapa declarou R$ 682,2 mil em bens, em reais de hoje: 40 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 272,2 mil acima da inflação.
Declarou 40 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Ademir ChiarapaR$ 682,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Na rua carijos n. 40R$ 382,2 milCasa
- Caixa federal aplicação CDBR$ 114,9 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Toyota yaris hb xls 1.5 at ano 2018 modelo 2019R$ 112,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Aquisição de uma cota de um apartamento de n. 103…R$ 55,2 milApartamento
- Conta corrente banco do brasilR$ 17,2 milConta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ademir Chiarapa declarou ao TSE R$ 53 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 19 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Lins (SP) · SOLIDARIEDADE · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 5.66187,2%
- Próprio bolsoR$ 83412,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.71657,3%
- ServiçosR$ 1.94229,9%
- InternetR$ 81912,6%
- EscritórioR$ 80,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Lins (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 65,7 por voto. Quem venceu, Roy Nelson, gastou R$ 14,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 3.619; o mais barato, R$ 14,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ali Araujo PLR$ 18 mil · 5 votosR$ 3.619
- Zique PLR$ 14 mil · 27 votosR$ 524
- Beth Polastri PSDR$ 13 mil · 35 votosR$ 376
- Michael Jackson PLR$ 14 mil · 74 votosR$ 191
- Karina Carla PSDR$ 13 mil · 119 votosR$ 112
- Maria Mariah PLR$ 15 mil · 220 votosR$ 68,7
- Dr Mauro PLR$ 16 mil · 247 votosR$ 65,7
- Cabral PPR$ 14 mil · 412 votosR$ 34,1
- Perin PPR$ 17 mil · 493 votosR$ 34
- Pastora Ana Paula PLR$ 14 mil · 432 votosR$ 32,8
- Damião PLR$ 16 mil · 538 votosR$ 29,7
- Roy Nelson PLR$ 14 mil · 975 votosR$ 14,5
Votos por real
- 2020, vereador: 87 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.