Ademir Afonso Grunitzky
nasceu em 1972
Ademir Afonso Grunitzky se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2024.
Passou por 2 partidos: PP (2008–2012), PL (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 52 anos, ensino médio, administrador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Ademir Afonso Grunitzky declarou R$ 260,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 163,6 mil acima da inflação.
Declarou 3,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.
- Ademir Afonso GrunitzkyR$ 260,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Casa de alvenaria. 130 m²R$ 165,7 milOutros bens imóveis
- Toyota/Corolla Altis. Ano 2015R$ 77,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Honda/Bros 160. Ano 2015R$ 8.838Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- DinheiroR$ 5.523Dinheiro em espécie
- SicrediR$ 3.201Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- SicrediR$ 67Outros créditos e poupança vinculada
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ademir Afonso Grunitzky declarou ao TSE R$ 5,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 3 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Campina das Missões (RS) · PL · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 86466,4%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 43733,6%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 65675,9%
- Material impressoTudo de Grafica Campina LtdaR$ 20824,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Campina das Missões (RS), 2024
Mediana da disputa: R$ 16,2 por voto. Quem venceu, Douglas Gabriel Johanns Pydd, gastou R$ 7,53 por voto. O voto mais caro custou R$ 248; o mais barato, R$ 7,53.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Janete De Lima MDBR$ 5 mil · 20 votosR$ 248
- Dirce Inez Dapper PTR$ 3,5 mil · 29 votosR$ 121
- Ivone Dapper MDBR$ 5,1 mil · 56 votosR$ 91,8
- Justina Werle MDBR$ 5,1 mil · 93 votosR$ 55,3
- Fabio Bencke MDBR$ 3,5 mil · 69 votosR$ 50,7
- Vanderlei Arnold Lei MDBR$ 4,4 mil · 263 votosR$ 16,8
- Roslaine Ten Caten Butzen PTR$ 2,8 mil · 175 votosR$ 16,2
- Marta Pies Volkmer PTR$ 2,8 mil · 196 votosR$ 14,2
- Teonesio Abraão Andreis PTR$ 2,1 mil · 162 votosR$ 13
- Daltro Bastos MDBR$ 3,6 mil · 329 votosR$ 11
- Luciano Machado MDBR$ 2,7 mil · 255 votosR$ 10,7
- Douglas Gabriel Johanns Pydd PTR$ 2,1 mil · 285 votosR$ 7,53
Votos por real
- 2024, vereador: 428 votos por R$ 1.000, 5,8 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 127 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 290 votos por R$ 1.000, 5,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.