Apuração
Vice-prefeito · 2016 · PSB

Ademir

Ademir Dalbosco · nasceu em 1955

Ademir se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,18← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2012PDT2016PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 3 partidos: MDB (2004), PDT (2012), PSB (2016).

Vice-prefeitoVereadorPartidoMDBPDTPSB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 61 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vice-prefeito · Boqueirão do Leão (RS)
    PSB 12· centro-esquerda
    Na chapa de Guto
    chapa não eleita2.345 votos da chapa, 47,4%
  2. 2012
    Vice-prefeito · Boqueirão do Leão (RS)
    PDT 12· centro-esquerda
    Na chapa de Guto
    chapa eleita2.859 votos da chapa, 50,9%
  3. 2004
    MDB 15555· centro
    eleito250 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Ademir declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2012 e 2016.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.
R$ 1,4 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 854.451 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 1,4 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Toyota etios sd xs 1.5R$ 682,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. Caminha m.benz ano 2009/2010R$ 300,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Montnate para futuros investimentosR$ 146,2 mil
    Dinheiro em espécie
  4. Uma area de terras rurais com 24R$ 128,1 mil
    Terra nua
  5. Consorcio junto ao sicrediR$ 65,2 mil
    Consórcio não contemplado
  6. Area de terras com 20R$ 45,5 mil
    Terra nua
  7. Cota capital junto ao sicrediR$ 10,4 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  8. Terreno com 400M² localizado na rua 25 de junhoR$ 6.723
    Terreno
  9. Sicredi ag 0179R$ 3.147
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Ademir declarou ao TSE R$ 1,7 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Boqueirão do Leão (RS) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 1.694
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.694.
  1. EmpresasTudo de PmdbR$ 1.62996,2%
  2. OutrosR$ 653,8%

Para onde foi

R$ 1.691
O maior gasto foi com transporte: 72% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.691.
  1. TransporteTudo de R. Fabris & Cia LtdaR$ 1.21571,9%
  2. Material impressoTudo de R. BeckerR$ 40724,1%
  3. EscritórioR$ 684%

Quanto custou cada voto: vereador, Boqueirão do Leão (RS), 2004

Mediana da disputa: R$ 11,6 por voto. Quem venceu, Jocemar, gastou R$ 5,38 por voto. O voto mais caro custou R$ 77,9; o mais barato, R$ 5,38.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Paulinho PTR$ 4,2 mil · 54 votosR$ 77,9
  • Piussi PSDBR$ 3 mil · 68 votosR$ 44,1
  • Darcy Battisti PPR$ 13 mil · 393 votosR$ 33,5
  • Neiva Fernandes MDBR$ 1,7 mil · 95 votosR$ 17,9
  • Eleno PTR$ 3,3 mil · 199 votosR$ 16,7
  • Leco MDBR$ 3 mil · 205 votosR$ 14,5
  • Silvano Da Cunha PDTR$ 2 mil · 169 votosR$ 11,6
  • Paulo Joel MDBR$ 4,9 mil · 486 votosR$ 10,2
  • Bonassi MDBR$ 1,7 mil · 241 votosR$ 7,04
  • Rudi Ferrari PDTR$ 1,8 mil · 263 votosR$ 6,81
  • Jandir MDBR$ 2,3 mil · 373 votosR$ 6,11
  • Jocemar MDBR$ 1,7 mil · 316 votosR$ 5,38

Votos por real

  • 2004, vereador: 148 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.