Ademilson Marceneiro
Ademilson Miguel Fernandes · nasceu em 1968
Ademilson Marceneiro se candidatou em 7 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Passou por 2 partidos: PDT (2008), PSOL (2010–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, ensino médio, carpinteiro, marceneiro e assemelhados, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · São PauloPSOL 50444· esquerdasuplente3.360 votos; 568º mais votado de 1.959 no estado
- 2016
- 2014Deputado estadual · São PauloPSOL 50444· esquerda· na urna, Ademilson Marcenerosuplente1.460 votos; 736º mais votado de 1.878 no estado
- 2012
- 2010Deputado estadual · São PauloPSOL 50444· esquerdasuplente837 votos; 882º mais votado de 1.543 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Ademilson Marceneiro teve 3.360 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 568º lugar entre 1.959 candidatos.
Recebeu votos em 191 cidades. São Paulo deu 38,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 76,1%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ademilson Marceneiro declarou R$ 817,3 mil em bens, em reais de hoje: 47 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 136,5 mil acima da inflação.
Declarou 47 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Ademilson MarceneiroR$ 817,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Quatro casas e um salao comercial situado na rua…R$ 244,2 milCasa
- Duas casas germinadas com dois saloes comerciaisR$ 172,4 milCasa
- Um galpao situado na rua horonato misse no 51R$ 107,7 milGalpão
- Uma casa situada na rua alcides rodrigues pontes no 610R$ 107,7 milCasa
- Duas casas germinadas na rua alcides rodrigues pontes NO584R$ 100,6 milCasa
- Uma casa situada na rua alcides rodrigues pontes no 571R$ 79 milCasa
- Veiculo vw/brasiliaR$ 5.746Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 8 campanhas com contas prestadas, Ademilson Marceneiro declarou ao TSE R$ 44 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pirapora do Bom Jesus (SP) · PSOL · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.79650,4%
- PessoasR$ 1.27435,7%
- Próprio bolsoR$ 49513,9%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.24556,7%
- TransporteR$ 44420,2%
- Material impressoR$ 43019,6%
- EventosR$ 653%
- OutrosR$ 100,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Pirapora do Bom Jesus (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 29,1 por voto. Quem venceu, Roge, gastou R$ 4,27 por voto. O voto mais caro custou R$ 246; o mais barato, R$ 4,27.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Dani Do Alan PSOLR$ 2,7 mil · 11 votosR$ 246
- Rose Carlos PTR$ 5 mil · 43 votosR$ 115
- Sandra Do José Mauro PLR$ 17 mil · 153 votosR$ 111
- Ricardinho PSDBR$ 17 mil · 233 votosR$ 71,5
- Juliana Vieira PSBR$ 4,2 mil · 142 votosR$ 29,9
- Vicente Oliveira Vicentinho PTR$ 3,1 mil · 107 votosR$ 29,1
- Vitor Vj PSDBR$ 2,1 mil · 86 votosR$ 24,7
- Bugallo PSBR$ 5 mil · 226 votosR$ 21,9
- Cidinho PTR$ 4,7 mil · 217 votosR$ 21,5
- Natalia Silveira DEMR$ 3,1 mil · 223 votosR$ 14
- Roge PSDBR$ 1,7 mil · 401 votosR$ 4,27
Votos por real
- 2018, deputado estadual: 1.460 votos por R$ 1.000, 16 vezes a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 43 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 301 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 17 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.