Apuração
Prefeito · 2004 · PL

Ademar Lagoa

Ademar Wurzius · nasceu em 1950

Ademar Lagoa disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Nova Brasilândia (MT)), pelo PL: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,47← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPL2004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 53 anos, ensino médio, produtor agropecuario. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    PL 22· direita
    eleito1.502 votos, 48,5%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Ademar Lagoa declarou ao TSE R$ 241 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Prefeito · Nova Brasilândia (MT) · PL · eleito

De onde veio

R$ 241,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 241,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 89,9 mil37,2%

Para onde foi

Nada declarado em 2004.

Quanto custou cada voto: prefeito, Nova Brasilândia (MT), 2004

Mediana da disputa: R$ 67,8 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem gasto declarado.

Ver em tabela
  • Secundino CIDADANIAR$ 78 mil · 1.153 votosR$ 67,8

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.