Adelmo Cigano
Adelmo Marcelino Neto · nasceu em 1961
Adelmo Cigano se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 63 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Adelmo Cigano declarou R$ 252,3 mil em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 117,5 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Adelmo CiganoR$ 252,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Adelmo Cigano declarou ao TSE R$ 5,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 2,9 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Rifaina (SP) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Rifaina (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 13,6 por voto. Quem venceu, Julio Carreiro, gastou R$ 3,90 por voto. O voto mais caro custou R$ 94,4; o mais barato, R$ 3,90.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Edgar Ajax PLR$ 8,1 mil · 86 votosR$ 94,4
- Ernani Baraldi PLR$ 5,4 mil · 131 votosR$ 41
- Paulinho Cara Preta PLR$ 6,6 mil · 277 votosR$ 23,7
- Luciano Novo PPR$ 2,8 mil · 120 votosR$ 23,3
- Carlinhos Da Saude PSDR$ 3,3 mil · 155 votosR$ 21,6
- Fernando Tucura PSDR$ 4,1 mil · 234 votosR$ 17,7
- James Cesar PLR$ 1,5 mil · 111 votosR$ 13,6
- Marcos Passarinho PLR$ 6,6 mil · 571 votosR$ 11,5
- Dr Alexandre CIDADANIAR$ 2,3 mil · 207 votosR$ 11,1
- Guilherme Nalin PPR$ 1,7 mil · 156 votosR$ 11,1
- Paulo Paraiba PLR$ 2,2 mil · 247 votosR$ 9,02
- Julio Carreiro CIDADANIAR$ 1,8 mil · 464 votosR$ 3,90
Votos por real
- 2024, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 99 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 126 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.