Adelmo Colpo
Jose Adelmo Colpo · nasceu em 1940
Adelmo Colpo se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 76 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Adelmo Colpo declarou R$ 4,9 mi em bens, em reais de hoje: 67 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 4,8 mi acima da inflação.
Declarou 67 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Adelmo ColpoR$ 4,9 mi
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 200 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 90 Hectares de terra na localidade do rincão do santo izidroR$ 4,4 miTerra nua
- Uma casaR$ 324,9 milCasa
- Um trator massey fergusonR$ 65 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um veículo fiat/ strada working cdR$ 65 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um trator valmet 68R$ 48,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Numerario em mãosR$ 4.874Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Adelmo Colpo declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 9,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Nova Esperança do Sul (RS) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 8.76094,7%
- PessoasR$ 4865,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 7.32780%
- ServiçosR$ 1.13312,4%
- Material impressoR$ 6777,4%
- EscritórioR$ 190,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Nova Esperança do Sul (RS), 2016
Adelmo Colpo: R$ 64,5 por voto (mediana da disputa, R$ 64,5). Quem venceu, Fabiano Cogo, gastou R$ 22,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 392; o mais barato, R$ 22,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Adelmo Colpo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tailana Oliveira PPR$ 7,5 mil · 19 votosR$ 392
- Marcio Do Nascimento MDBR$ 7,8 mil · 38 votosR$ 204
- Luiz Flores PPR$ 7,3 mil · 46 votosR$ 158
- Pastor João Otávio PDTR$ 9 mil · 83 votosR$ 108
- Nedi Gabert PDTR$ 8,2 mil · 83 votosR$ 98,9
- Professor Abilio PDTR$ 7,3 mil · 110 votosR$ 66,1
- Adelmo Colpo PPR$ 9,2 mil · 142 votosR$ 64,5
- Sadi Cogo PDTR$ 8 mil · 152 votosR$ 52,4
- Crespo Silva PPR$ 10 mil · 327 votosR$ 31,9
- Diga PPR$ 6,8 mil · 254 votosR$ 27
- Luciane PPR$ 7,8 mil · 337 votosR$ 23
- Fabiano Cogo PPR$ 8,9 mil · 399 votosR$ 22,4
Votos por real
- 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 99 votos por R$ 1.000, 6,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 87 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.