Adelar Loch
nasceu em 1950
Adelar Loch se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004, 2008 e 2016.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 66 anos, ensino médio, servidor público civil aposentado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Adelar Loch declarou R$ 563,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 226,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2016.
- Adelar LochR$ 563,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 531,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 592,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 21 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Valor em moeda corrente nacionalR$ 170,6 milDinheiro em espécie
- Um terreno urbano com 360R$ 130 milTerreno
- Veículo toyota/corolla ano 2005/2006R$ 65 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma área de terras rurais com 3R$ 24,4 milTerra nua
- Uma área de terras rurais com 3R$ 24,4 milTerra nua
- Um terreno urbano C/324R$ 24,4 milTerreno
- Parte do lote rural n. 09 da linha general netoR$ 22,7 milTerra nua
- Uma área de terras rurais com 7R$ 21,9 milTerra nua
- Conta poupança banco do brasilR$ 13,7 milCaderneta de poupança
- Uma área de terras c/ area ideal de 3R$ 12,3 milTerra nua
- Um terreno urbano c/ 360R$ 11,9 milCasa
- Uma área de terras com 9R$ 10,9 milTerra nua
- Uma área de terras rurais com 11R$ 9.948Terra nua
- Uma área de terras rurais com 3R$ 7.311Terra nua
- Uma área de terras com 105.705R$ 6.499Terra nua
- Uma linha telefônica de prefixo 4623128 c/açõesR$ 4.307Linha telefônica
- Conta capital no banco sicrediR$ 1.470Quotas ou quinhões de capital
- Conta poupança caixa economica federalR$ 1.085Caderneta de poupança
- Aplicação renda fixa banco banrisulR$ 671Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Conta corrente banco sicrediR$ 305Conta corrente no país
- Conta poupança banco sicrediR$ 3Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Adelar Loch declarou ao TSE R$ 53 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 31 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Coronel Pilar (RS) · MDB · eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Partido Do Movimento Democratico Brasileiro - PmdbR$ 24 mil78,1%
- Próprio bolsoR$ 6.73621,9%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Coronel Pilar (RS), 2016
Adelar Loch: R$ 40 por voto (mediana da disputa, R$ 18,1).
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adelar Loch MDBR$ 30 mil · 761 votosR$ 40
- Delai PDTR$ 11 mil · 582 votosR$ 18,1
Votos por real
- 2016, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 41 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.