Adauto do Mercado
Adauto Jose da Silva · nasceu em 1965
Adauto do Mercado se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2004–2008), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Adauto do Mercado declarou R$ 146,5 mil em bens, em reais de hoje: 8,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 797,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 8,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Adauto do MercadoR$ 146,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Adauto do Mercado declarou ao TSE R$ 2,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 1,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Cafelândia (SP) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Cafelândia (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 16,8 por voto. Quem venceu, Paulo Jp, gastou R$ 6,78 por voto. O voto mais caro custou R$ 398; o mais barato, R$ 6,78.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eliana Bar PSBR$ 6,4 mil · 16 votosR$ 398
- Maguila Coveiro DEMR$ 7,1 mil · 24 votosR$ 296
- Milton Peruci DEMR$ 7,1 mil · 191 votosR$ 37
- Isaias Simoes PSDR$ 2,2 mil · 63 votosR$ 34,8
- Fernando Da Padaria PSBR$ 2,6 mil · 87 votosR$ 30,4
- Pedro Dias CIDADANIAR$ 1,4 mil · 68 votosR$ 21,1
- Flavio Cheroso REPUBLICANOSR$ 1,4 mil · 81 votosR$ 16,8
- Cardoso Do Taxi DEMR$ 1,8 mil · 112 votosR$ 16,4
- Marquinho Do Lito PSBR$ 1,7 mil · 139 votosR$ 12,2
- Marcos Felipe PODER$ 1,4 mil · 127 votosR$ 11,3
- Adilson Da Reunidas DEMR$ 1,9 mil · 186 votosR$ 10,1
- Paulo Jp PSDR$ 1,8 mil · 264 votosR$ 6,78
Votos por real
- 2020, vereador: 111 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 178 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.