Adão Martins
Adão Martins da Silva · nasceu em 1976
Adão Martins se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 3 partidos: PTB (2004), PP (2008), PTB (2012), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, até o fundamental, empresário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Adão Martins declarou R$ 407,6 mil em bens, em reais de hoje: 27 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amazonas. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 137,9 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 27 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Amazonas em 2012.
- Adão MartinsR$ 407,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 15,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 118,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Adão Martins declarou ao TSE R$ 215 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 136 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Coari (AM) · PL · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 11,8 mil74,5%
- Outros candidatosR$ 4.05225,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.52965,3%
- PessoalR$ 1.43520,7%
- TransporteR$ 90113%
- EscritórioR$ 691%
Quanto custou cada voto: vereador, Coari (AM), 2020
Mediana da disputa: R$ 36,1 por voto. Quem venceu, Dulce Menezes, gastou R$ 13,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.868; o mais barato, R$ 13,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Conselheira Raiana Magalhaes REPUBLICANOSR$ 69 mil · 24 votosR$ 2.868
- Gleison PSLR$ 14 mil · 50 votosR$ 283
- Cristian Pereira PPR$ 39 mil · 688 votosR$ 57,3
- Zezinho Bastos PODER$ 37 mil · 748 votosR$ 49,2
- Edelson Fialho PPR$ 35 mil · 863 votosR$ 40,8
- Jeany Pinheiro PPR$ 70 mil · 1.871 votosR$ 37,5
- Bacana PLR$ 42 mil · 1.149 votosR$ 36,1
- Orleilson PLR$ 16 mil · 727 votosR$ 21,7
- Mario Jorge PSDR$ 17 mil · 878 votosR$ 19,6
- Henrique Oliveira PLR$ 13 mil · 670 votosR$ 19,1
- Nelson Do Caminhão PLR$ 20 mil · 1.060 votosR$ 18,5
- Dulce Menezes MDBR$ 22 mil · 1.600 votosR$ 13,8
Votos por real
- 2020, vereador: 75 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 8,2 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.