Bimbim
Adão Alves do Amaral · nasceu em 1941
Bimbim se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 67 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado federal · ParanáMDB 1517· centro· na urna, Bim Bimsuplente2.903 votos; 110º mais votado de 258 no estado
- 2004
- 2002Deputado federal · ParanáMDB 1517· centro· na urna, Adão Alves do Amaralsuplente4.202 votos; 113º mais votado de 207 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Bimbim teve 2.903 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 110º lugar entre 258 candidatos.
Recebeu votos em 211 cidades. Paiçandu deu 11,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 50,3%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Bimbim declarou R$ 169,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 56,6 mil acima da inflação.
Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2008.
- BimbimR$ 169,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 149,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Toyota bandeiranteR$ 67,4 milVeículos, barcos e aeronaves
- 50% Do lote 05R$ 67,4 milImóveis
- 50% , Data 22, q. 15, pq. ouro verde em paiçanduR$ 24,9 milDinheiro e aplicações
- Ww/fusca 1300 ano 1970R$ 9.437Outros
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Bimbim declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Paiçandu (PR) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.33952,4%
- PartidoR$ 61023,9%
- Outros candidatosR$ 60523,7%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Paiçandu (PR), 2008
Mediana da disputa: R$ 43,6 por voto. Quem venceu, Carlos Da Creche, gastou R$ 17,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 77; o mais barato, R$ 17,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Bombeiro Jubin PTR$ 12 mil · 152 votosR$ 77
- Dr. Moacyr MDBR$ 18 mil · 268 votosR$ 68,9
- Cida Suyti PRPR$ 14 mil · 240 votosR$ 58,9
- Katia Da Auto Escola PLR$ 19 mil · 332 votosR$ 57,9
- Cabo Domingos PPR$ 13 mil · 257 votosR$ 49,4
- Nezão PRTBR$ 21 mil · 482 votosR$ 43,6
- Roque PODER$ 21 mil · 492 votosR$ 43,5
- Alexandre PRTBR$ 18 mil · 418 votosR$ 43,3
- Anisinho Monteschio PPR$ 25 mil · 694 votosR$ 35,9
- Tancredo CIDADANIAR$ 9,6 mil · 525 votosR$ 18,3
- Carlos Da Creche PDTR$ 14 mil · 771 votosR$ 17,7
Votos por real
- 2008, vereador: 3,9 votos por R$ 1.000, 10% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 148 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 1.694 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.