Adão
Adão dos Santos Alves · nasceu em 1968
Adão se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo AGIR.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 40 anos, ensino médio, técnico contabilidade, estatística, economia doméstica e administração. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Adão declarou R$ 80,9 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2008.
- AdãoR$ 80,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 40,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Adão declarou ao TSE R$ 1,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 1,3 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Rio Real (BA) · AGIR · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 53577,5%
- EscritórioR$ 15522,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio Real (BA), 2008
Mediana da disputa: R$ 19,2 por voto. Quem venceu, Bosco, gastou R$ 3,03 por voto. O voto mais caro custou R$ 62,7; o mais barato, R$ 3,03.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Café PTR$ 8,5 mil · 135 votosR$ 62,7
- Ricardo Do Loreto PSBR$ 20 mil · 523 votosR$ 38,2
- Fernando Braz PRPR$ 24 mil · 672 votosR$ 35,1
- Pedrinho Do Mel PSCR$ 3,6 mil · 119 votosR$ 30,3
- Kekeu Do Sindicato PC do BR$ 27 mil · 952 votosR$ 28,7
- Bráulio Patrício PLR$ 11 mil · 451 votosR$ 25
- Ninho De Vivi PSCR$ 21 mil · 1.082 votosR$ 19,2
- Nino De Zé Bonfim PPR$ 13 mil · 1.048 votosR$ 12,8
- Tonho De Tomé PSCR$ 12 mil · 1.063 votosR$ 11,7
- Cheiro Braz PPR$ 12 mil · 1.035 votosR$ 11,3
- Manoel França MOBILIZAR$ 7,6 mil · 1.052 votosR$ 7,21
- Bosco MOBILIZAR$ 4,2 mil · 1.392 votosR$ 3,03
Votos por real
- 2008, vereador: 220 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 364 votos por R$ 1.000, 5,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.