Apuração
Deputado estadual · 2010 · PSB

Adamoli

Jose Antonio Voltan Adamoli · nasceu em 1953

Adamoli disputou uma eleição, em 2010, para deputado estadual (Rio Grande do Sul), pelo PSB: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,33← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPSB2010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 57 anos, superior completo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PSB 40888· centro-esquerda
    suplente7.065 votos; 196º mais votado de 545 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Adamoli teve 7.065 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 196º lugar entre 545 candidatos.

Recebeu votos em 151 cidades. Caxias do Sul deu 53,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,0%.

7.065 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 7.065 votos.
  1. Caxias do Sul (RS)3.749 votos53,1%
  2. Farroupilha (RS)613 votos8,7%
  3. Antônio Prado (RS)314 votos4,4%
  4. Nova Prata (RS)259 votos3,7%
  5. Pelotas (RS)213 votos3%
  6. Outras 136 cidades850 votos12%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Adamoli declarou R$ 104,1 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 104,1 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 42.099 na declaração)

Declarou 56% da mediana dos candidatos a deputado estadual no Rio Grande do Sul em 2010.

  • AdamoliR$ 104,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 185,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 104,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Adamoli declarou ao TSE R$ 129 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Deputado estadual · Rio Grande do Sul · PSB · suplente

De onde veio

R$ 128,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 128,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PartidoTudo de Diretório Estadual/DistritalR$ 41,5 mil32,2%
  2. PessoasR$ 4.2023,3%

Para onde foi

R$ 128,8 mil
O maior gasto foi com material impresso: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 128,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços8 pessoas, não nomeadasR$ 37,7 mil29,3%
  2. OutrosR$ 4.2023,3%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Sul, 2010

Mediana da disputa: R$ 26,6 por voto. Quem venceu, Silvana Covatti, gastou R$ 10,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 62,7; o mais barato, R$ 10,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 55 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.