Adalvo Sirvada
Adalvo da Rosa e Silva · nasceu em 1980
Adalvo Sirvada se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2008–2012), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 36 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Adalvo Sirvada declarou R$ 113,7 mil em bens, em reais de hoje: 4,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 61,7 mil acima da inflação.
Declarou 4,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Adalvo SirvadaR$ 113,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Adalvo Sirvada declarou ao TSE R$ 2,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Pilar do Sul (SP) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Pilar do Sul (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 15,6 por voto. Quem venceu, Marcos Fabio, gastou R$ 7,01 por voto. O voto mais caro custou R$ 561; o mais barato, R$ 7,01.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Renata Do Neizão PODER$ 6,7 mil · 12 votosR$ 561
- Luiz Da Cananeia DEMR$ 6,9 mil · 46 votosR$ 150
- Jesse De Goes DEMR$ 8,7 mil · 173 votosR$ 50,1
- Miguel Guedes De Carvalho PPR$ 6,2 mil · 253 votosR$ 24,3
- Pastor Silvano Carvalho PODER$ 9,1 mil · 387 votosR$ 23,6
- Claudia Barros DEMR$ 9,2 mil · 498 votosR$ 18,5
- Luiz Proença DEMR$ 7,9 mil · 506 votosR$ 15,6
- Jorge Takashi Iriyama PDTR$ 6,3 mil · 444 votosR$ 14,3
- Toninho Tilico DEMR$ 5,7 mil · 400 votosR$ 14,3
- João Batista PTBR$ 5,6 mil · 404 votosR$ 13,8
- Nico Turco DEMR$ 5,6 mil · 425 votosR$ 13,1
- Marcos Fabio PDTR$ 5,8 mil · 829 votosR$ 7,01
Votos por real
- 2016, vereador: 251 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 321 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 144 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.