Adair (tringueleta)
Adair Alves de Alvarenga · nasceu em 1953
Adair (tringueleta) disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Mutunópolis (GO)), pelo PT: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 55 anos, até o fundamental, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Adair (tringueleta) declarou R$ 188,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.
Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2008.
- Adair (tringueleta)R$ 188,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Adair (tringueleta) declarou ao TSE R$ 4,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Mutunópolis (GO) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 1.87445,1%
- TransporteR$ 1.09826,4%
- Material impressoR$ 84320,3%
- OutrosR$ 1714,1%
- EscritórioR$ 1664%
Quanto custou cada voto: vereador, Mutunópolis (GO), 2008
Mediana da disputa: R$ 63,1 por voto. Quem venceu, João Mentira, gastou R$ 32,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 361; o mais barato, R$ 32,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Mateus Da Nenzinha MDBR$ 6,5 mil · 18 votosR$ 361
- Ze Maria Do Açougue PLR$ 6,1 mil · 38 votosR$ 161
- Oséas PTR$ 5,8 mil · 41 votosR$ 140
- Reinaldo Tigum PDTR$ 6,3 mil · 53 votosR$ 118
- Tuira MDBR$ 9,2 mil · 108 votosR$ 85,5
- Pezão DEMR$ 5,7 mil · 91 votosR$ 63,1
- Marcos PTR$ 5,5 mil · 111 votosR$ 49,8
- Geraldo Pernaiada DEMR$ 6,1 mil · 128 votosR$ 47,3
- Celia Barbosa De Sena MDBR$ 8,2 mil · 173 votosR$ 47,2
- Lúcio PTR$ 6,2 mil · 138 votosR$ 44,6
- João Mentira PTR$ 5,5 mil · 169 votosR$ 32,5
Votos por real
- 2008, vereador: 9,9 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.