Apuração
Deputado estadual · 2006 · PP

Acácio

Acácio Flores Nunes · nasceu em 1949

Acácio disputou uma eleição, em 2006, para deputado estadual (Santa Catarina), pelo PP: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,67← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPP2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 57 anos, ensino médio, serventuário de justiça. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Santa Catarina
    PP 11125· direita
    suplente2.385 votos; 163º mais votado de 301 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Acácio teve 2.385 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 163º lugar entre 301 candidatos.

Recebeu votos em 98 cidades. São Joaquim deu 64,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,9%.

2.385 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 2.385 votos.
  1. São Joaquim (SC)1.549 votos64,9%
  2. Florianópolis (SC)152 votos6,4%
  3. Lages (SC)112 votos4,7%
  4. Painel (SC)110 votos4,6%
  5. Urubici (SC)70 votos2,9%
  6. Outras 83 cidades170 votos7,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Acácio declarou R$ 141,9 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 141,9 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 47.586 na declaração)

Declarou 40% da mediana dos candidatos a deputado estadual em Santa Catarina em 2006.

  • AcácioR$ 141,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 358,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 141,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Acácio declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado estadual · Santa Catarina · PP · suplente

De onde veio

R$ 11,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 11,5 mil.
  1. PartidoTudo de Diretório Regional Pp-ScR$ 10 mil87,1%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.48312,9%

Para onde foi

R$ 11,5 mil
O maior gasto foi com outros: 87% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 11,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosR$ 10 mil87,1%
  2. ServiçosR$ 1131%
  3. EscritórioR$ 60,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Santa Catarina, 2006

Mediana da disputa: R$ 20,9 por voto. Quem venceu, Darci De Matos, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 81,2; o mais barato, R$ 11,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 208 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.