Non
Absalão de Queiroz Lima · nasceu em 1973
Non se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PDT (2004–2008), PSDB (2012), AGIR (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, até o fundamental, pescador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Non declarou R$ 53,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 129,7 mil, já descontada a inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2012.
- NonR$ 53,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 39,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 120,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Non declarou ao TSE R$ 3,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 2,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Tutóia (MA) · AGIR · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Tutóia (MA), 2016
Mediana da disputa: R$ 16,5 por voto. Quem venceu, Jamilza, gastou R$ 7,42 por voto. O voto mais caro custou R$ 55,9; o mais barato, R$ 7,42.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Orlando SOLIDARIEDADER$ 25 mil · 447 votosR$ 55,9
- Cristian Leal PHSR$ 9,3 mil · 217 votosR$ 43,1
- Geraldo Da Granja PLR$ 17 mil · 662 votosR$ 24,9
- Prof. Paulo Rogério DEMR$ 9 mil · 392 votosR$ 22,9
- Raimundinho Da Seriema PPR$ 12 mil · 526 votosR$ 22,8
- Dr. Caciano Da Angelita PSDBR$ 11 mil · 485 votosR$ 22,5
- Raimundinho Do Poço PVR$ 12 mil · 707 votosR$ 16,5
- Nilson Santos PPR$ 12 mil · 888 votosR$ 13,5
- Izaias Porto CIDADANIAR$ 8,4 mil · 715 votosR$ 11,7
- Viriato PHSR$ 10 mil · 919 votosR$ 11,1
- Paulinho PSDR$ 8,4 mil · 1.089 votosR$ 7,73
- Jamilza PLR$ 11 mil · 1.463 votosR$ 7,42
Votos por real
- 2016, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 249 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 105 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.